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Palavra para hoje: vigésimo quinto domingo


A Liturgia da Palavra começa com uma breve e violenta passagem do livro de Amós. Uma verdadeira bomba é apresentada, hoje, como no oitavo século antes de Jesus Cristo. Amós, o primeiro profeta «escritor», é criador de gado, pelo que conhece bem em que consiste o enriquecimento dos ricos em detrimento dos pobres. E revolta-se... como Deus se revolta: «Nunca esquecerei nenhuma das suas obras». Deus não despreza os homens e mulheres com poder. Paulo, hoje, recorda o dever de rezar por todos. O que Deus não suporta é a injustiça para com os mais pequenos, os desfavorecidos. É o que Deus nos reprova pela boca de Jesus Cristo, é a nossa escravidão a um engodo: Não podeis servir a Deus e ao dinheiro».

Pergunta da semana: 

Vivo para Deus ou para o dinheiro?

Palavra de Deus - Lectio divina - imagem de fano
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 23.9.13 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGOvigésimo quinto domingo


A começar, dizer que Jesus nos surpreende pelo facto de utilizar uma imoralidade como modelo. O administrador da parábola não é um bom exemplo a seguir, não se trata de uma pessoa correta. Mas é louvado pelo seu patrão (e também por Jesus Cristo), não pelos atos (maus e desonestos), mas pela sua astúcia: pela capacidade de refazer a sua vida. Jesus pretende que também nós avivemos a nossa inteligência para trabalharmos mais pelo nosso futuro e para dar à nossa vida uma riqueza e um valor. Muitas vezes, a nossa vida é absolutamente plana, sem relevo nem projeção de futuro, até mesmo escondida debaixo de pequenas ou grandes maldades.
A riqueza que Jesus nos propõe não é uma questão material, mas de intencionalidade de vida, uma dedicação de esforços, de tempo e de interesses em favor dos outros.

Somos administradores

Para provocar a nossa reflexão, Jesus Cristo diz-nos que somos apenas simples administradores da vida. Não somos donos. Embora, às vezes, dá a sensação de que andamos pela vida como se fossemos donos. Nós somos, muito mais, chamados a procurar uma «rentabilidade» futura para tudo o que fazemos. E isto temos de o saber concretizar «em tudo» o que fazemos: no nosso trabalho, nas nossas ocupações, nas nossas diversões, e, sobretudo, nas nossas atenções para com os mais necessitados (mais próximos ou mais afastados).
Embora não pareça, na nossa vida há factos e situações que são apelos à eternidade. Tudo o que fazemos aos outros não passa despercebido, mas é como um pequeno ou grande património pessoal. É a nossa herança nos céus, como diz Jesus. O que complica tudo são os nossos desejos de possuir riquezas materiais e de nos agarrarmos a elas. Por isso, Jesus Cristo acaba a sua pregação com uma conclusão: «Não podeis servir a Deus e ao dinheiro». Há, portanto, incompatibilidades muito claras.

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
A utilização ou publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor



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Preparar o vigésimo quinto domingo, ano C, no Laboratório da fé
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 21.9.13 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGOvigésimo quinto domingo

22 DE SETEMBRO DE 2013

Evangelho segundo Lucas 16, 1-13

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Um homem rico tinha um administrador, que foi denunciado por andar a desperdiçar os seus bens. Mandou chamá-lo e disse-lhe: ‘Que é isto que ouço dizer de ti? Presta contas da tua administração, porque já não podes continuar a administrar’. O administrador disse consigo: ‘Que hei-de fazer, agora que o meu senhor me vai tirar a administração? Para cavar não tenho força, de mendigar tenho vergonha. Já sei o que hei-de fazer, para que, ao ser despedido da administração, alguém me receba em sua casa’. Mandou chamar um por um os devedores do seu senhor e disse ao primeiro: ‘Quanto deves ao meu senhor?’. Ele respondeu: ‘Cem talhas de azeite’. O administrador disse-lhe: ‘Toma a tua conta: senta-te depressa e escreve cinquenta’. A seguir disse a outro: ‘E tu quanto deves?’. Ele respondeu: ‘Cem medidas de trigo’. Disse-lhe o administrador: ‘Toma a tua conta e escreve oitenta’. E o senhor elogiou o administrador desonesto, por ter procedido com esperteza. De facto, os filhos deste mundo são mais espertos do que os filhos da luz, no trato com os seus semelhantes. Ora Eu digo-vos: Arranjai amigos com o vil dinheiro, para que, quando este vier a faltar, eles vos recebam nas moradas eternas. Quem é fiel nas coisas pequenas também é fiel nas grandes; e quem é injusto nas coisas pequenas também é injusto nas grandes. Se não fostes fiéis no que se refere ao vil dinheiro, quem vos confiará o verdadeiro bem? E se não fostes fiéis no bem alheio, quem vos entregará o que é vosso? Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque, ou não gosta de um deles e estima o outro, ou se dedica a um e despreza o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro».



Não podeis servir a Deus e ao dinheiro

Continua o caminho para Jerusalém. Jesus, próximo da paixão, continua a educar os seus discípulos. Lucas dedica o capítulo 16, cuja primeira parte corresponde ao evangelho do vigésimo quinto domingo (Ano C), a um dos seus temas prediletos: a atitude cristã perante a riqueza. Os bens de que dispomos neste mundo pertencem a Deus. Ele coloca-os nas nossas mãos para os administrarmos, não só em proveito próprio, mas também em favor dos pobres e necessitados.
O fragmento de Lucas (16, 1-13) é composto por três unidades: a parábola do administrador desonesto (versículo 1-9); uma exortação a administrar fielmente os bens recebidos (versículos 10-12); um aviso sobre a incompatibilidade entre servir ao único Deus e servir ao deus dinheiro (versículo 13).
Um administrador socialmente destruído tenta um último recurso: procurar devedores de gratidão tornando-os solidários na fraude. O seu gesto é típico dos «filhos deste mundo». Resultado: foi despedido como infiel, mas louvado pela sua «astúcia». Lição: assim também os crentes devem ser amigos dos bens deste mundo, pondo-os ao serviço dos outros (versículo 9).
Três sentenças paralelas (versículos 10-12) afirmam que a fidelidade ao grande mostra-se na fidelidade ao pequeno. Isto é, quem é fiel no simples, também o será no importante. Jesus aplica este princípio à fidelidade em administrar os bens temporais (o simples) em favor dos necessitados tal como o exige o Evangelho (o importante).
Ninguém pode servir a Deus e ao dinheiro (versículo 13), pois os dois serviços regem-se por uma lógica diferente e oposta. Por um lado, está a lógica do amor, da fraternidade e da generosidade; por outro, está a lógica do proveito, da competição e do possuir.

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
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Preparar o vigésimo quinto domingo, ano C, no Laboratório da fé
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 20.9.13 | Sem comentários
La Biblia compartida — blogue de Javier Velasco-Arias y Quique Fernández

Tudo o que temos recebido é para usufruto, isto é, não me pertence. Administrá-lo em benefício próprio, mas, sobretudo, para o bem comum, é a tarefa que nos está confiada. «Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» — é a máxima do evangelho do vigésimo quinto domingo (Ano C). Não se está a pedir para renunciarmos a tudo o que temos; somos convidados a não ser escravos do dinheiro. O dinheiro, queiramos ou não, é necessário para viver. Isto é uma realidade inevitável, mas não é preciso que o dinheiro seja uma prioridade na nossa vida: isso não! 
Não é lógico, nem humano, que uma quarta parte da população mundial possua três quartas partes da riqueza do mundo. Não é lógico, nem humano, que, nas nossas cidades, ao lado de uma luxo desmesurado, de um gasto sem medida, de uma vida de diversão, de viagens contínuas de prazer, etc., encontremos — quando não passamos ao lado ou «fechamos os olhos» — pessoas que dormem numa caixa de papelão na rua; indivíduos que se alimentam do que encontram nos contentores de lixo; próximos que não encontram trabalho, por muito que o procurem, porque são «ilegais» ou não nos agrada o seu aspeto; semelhantes de quem ninguém se ocupa nem preocupa. Não é lógico, nem humano, nem cristão, que todas estas coisas aconteçam e nós «passemos ao lado»: não é problema meu; são uns preguiçosos; gastam tudo em vinho e drogas; que voltem para a sua terra...

© Javier Velasco-Arias

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
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Preparar o vigésimo quinto domingo, ano C, no Laboratório da fé
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 20.9.13 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGOvigésimo quinto domingo


FOGO: acende o lume (isqueiro, lareira, fogão...) e contempla a chama que, ao mesmo tempo, inunda a casa e tudo aquece ou é extinto pelo sopro, queima a pele ou aquece o corpo... Jesus veio trazer um fogo à terra e deseja que tudo seja envolvido por esse fogo. Depois, mantém as mãos abertas para pedir o fogo.

Em casa
Toma uma bela caixa ou outra coisa que possa servir de mealheiro ao longo da semana. Pensemos em tudo o que pode ser uma má tentação para servir o mestre dinheiro. Por exemplo, para aqueles que estão sempre atentos ao curso das ações na bolsa: tréguas, nesta semana. Para aqueles que são tentados a jogar a qualquer aposta em dinheiro: tréguas, igualmente. Para aqueles que compram revistas de divertimento, sempre tréguas... Cada um sabe o supérfluo de que pode abdicar. Coloquemos, diariamente, uma moeda no nosso mealheiro e, no final da semana, podemos, por exemplo, oferecer a pessoas que não podem ter uma revista de oração ou então fazer uma doação... Que a criatividade esteja em ação!
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013



imagem de satélite do planeta terra, globo terrestre
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 18.9.13 | Sem comentários
Encuentros con la Palabra — blogue de Hermann Rodríguez Osorio

Quando o João, no primeiro dia de cada mês, recebeu o seu salário, em dinheiro, como sempre fez, contou cuidadosamente as notas, uma a uma, arregalando os olhos e molhando o dedo com saliva para separar as notas. Ficou surpreendido ao perceber que lhe tinham dado mais 50 euros do que o habitual. Olhou à sua volta para ver se alguém tinha reparado, assinou rapidamente o recibo, guardou o dinheiro no bolso e saiu dali com a maior rapidez e discrição possíveis, controlando, com esforço, o seu desejo de saltar de alegria. Tudo ficou assim. No primeiro dia do mês seguinte, foi para a fila e estendeu a mão para receber o pagamento. Repetiu-se a rotina; e, ao contar as notas, notou que faltavam 50 euros. Levantou a cabeça e cravou o olhar no administrador; muito sério, disse-lhe: — «Senhor, desculpe, mas faltam 50 euros». O administrador respondeu-lhe: — «Não se lembra que, no mês passado, lhe demos 50 euros a mais e você não disse nada?». — «Sim, claro — contestou João com segurança —, é que um erro pode-se perdoar, mas dois é demais».
Esta cena, pouco comum, veio-me à memória ao ler o texto evangélico do vigésimo quinto domingo (Ano C): «Os filhos deste mundo são mais espertos do que os filhos da luz, no trato com os seus semelhantes». Esta é a conclusão tirada por Jesus Cristo, depois de ter contado a história do administrador que estava a desbaratar os bens do seu senhor. E mais adiante dirá: «Quem é fiel nas coisas pequenas também é fiel nas grandes; e quem é injusto nas coisas pequenas também é injusto nas grandes». A honestidade é uma virtude que apreciamos muito nos outros, mas nem sempre sabemos praticar nas nossas próprias vidas. Apercebemo-nos facilmente quando os outros não se comportam como deviam, mas não somos capazes de reconhecer as nossas próprias incoerências. Já dizia o Senhor que temos uma capacidade infinita de reconhecer o argueiro que está no olho do nosso vizinho, mas não somos capazes de ver a trave que temos no nosso (cf. Mateus 7, 3-5; Lucas 6, 41-42). Somos assim, embora nos custe reconhecê-lo.
Mas a coisa não fica por aqui. O que o Senhor quer ensinar-nos com esta história é que temos que utilizar adequadamente os bens deste mundo, para alcançar uma vida plena: «Se não fostes fiéis no que se refere ao vil dinheiro, quem vos confiará o verdadeiro bem? E se não fostes fiéis no bem alheio, quem vos entregará o que é vosso?». Neste sentido, não podemos esquecer que os bens deste mundo são apenas um meio para alcançar a vida verdadeira que nos aponta o sumo e verdadeiro capitão, de que fala Santo Inácio numa das meditações mais conhecidas dos «Exercícios Espirituais» (cf. EE 139).
«Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque, ou não gosta de um deles e estima o outro, ou se dedica a um e despreza o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro» — dirá o Senhor mais adiante. Valeria a pena perguntar-nos se temos o nosso coração dividido entre o serviço a Deus e o serviço que prestamos aos bens. Se nos servimos das riquezas para construir essa vida verdadeira à qual somos chamados por Deus ou se somos como o homem da história, que cala ou reclama, conforme o que mais lhe convém...

© Hermann Rodríguez Osorio, SJ

© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
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Preparar o vigésimo quinto domingo, ano C, no Laboratório da fé
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 18.9.13 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGOvigésimo quinto domingo

22 DE SETEMBRO DE 2013

Evangelho segundo Lucas 16, 1-13

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Um homem rico tinha um administrador, que foi denunciado por andar a desperdiçar os seus bens. Mandou chamá-lo e disse-lhe: ‘Que é isto que ouço dizer de ti? Presta contas da tua administração, porque já não podes continuar a administrar’. O administrador disse consigo: ‘Que hei-de fazer, agora que o meu senhor me vai tirar a administração? Para cavar não tenho força, de mendigar tenho vergonha. Já sei o que hei-de fazer, para que, ao ser despedido da administração, alguém me receba em sua casa’. Mandou chamar um por um os devedores do seu senhor e disse ao primeiro: ‘Quanto deves ao meu senhor?’. Ele respondeu: ‘Cem talhas de azeite’. O administrador disse-lhe: ‘Toma a tua conta: senta-te depressa e escreve cinquenta’. A seguir disse a outro: ‘E tu quanto deves?’. Ele respondeu: ‘Cem medidas de trigo’. Disse-lhe o administrador: ‘Toma a tua conta e escreve oitenta’. E o senhor elogiou o administrador desonesto, por ter procedido com esperteza. De facto, os filhos deste mundo são mais espertos do que os filhos da luz, no trato com os seus semelhantes. Ora Eu digo-vos: Arranjai amigos com o vil dinheiro, para que, quando este vier a faltar, eles vos recebam nas moradas eternas. Quem é fiel nas coisas pequenas também é fiel nas grandes; e quem é injusto nas coisas pequenas também é injusto nas grandes. Se não fostes fiéis no que se refere ao vil dinheiro, quem vos confiará o verdadeiro bem? E se não fostes fiéis no bem alheio, quem vos entregará o que é vosso? Nenhum servo pode servir a dois senhores, porque, ou não gosta de um deles e estima o outro, ou se dedica a um e despreza o outro. Não podeis servir a Deus e ao dinheiro».



Segunda, 16: DINHEIRO

Esta semana, o evangelho convida a colocar a questão sobre a nossa relação com o dinheiro. Começo a minha semana de oração com uma nota na mão, ou então com um cartão de crédito, ou ainda com um livro de cheques. Senhor, ensina-me a reconhecer a força enganadora do dinheiro e a servir-te, porque somente tu és o Mestre que nunca me engana.



Terça, 17: HABILIDADE

Coloco algum dinheiro (notas e/ou moedas) diante de mim. Leio a parábola do evangelho, onde Jesus Cristo parece elogiar a habilidade do administrador. Deixo-me surpreender: Senhor, porque me dizes para ser também habilidoso, embora seja uma comportamentos pouco recomendável dos «filhos deste mundo»?



Quarta, 18: FAZER AMIGOS

Realmente, o que interessa a Jesus Cristo é a nossa capacidade para fazer amigos, mesmo que seja com o dinheiro que é (sempre) enganador. Aproveito esta bela ocasião para rezar pelos meus atuais amigos e pelos que virão a ser graças à minha nova habilidade evangélica!



Quinta, 19: CONFIANÇA

Na verdade, a parábola do administrador não é apenas uma questão de dinheiro, mas uma questão de confiança. Escuto o que Jesus Cristo diz com sabedoria: «Quem é fiel nas coisas pequenas também é fiel nas grandes». A mesma sabedoria é também para aquele que é desonesto. Medito durante este dia sobre a sabedoria que se vê nas pequenas coisas (e não nas grandes) em cada um de nós e, portanto, também em mim. Deixo que essa sabedoria ilumina a minha vida, me evangelize e me converta.



Sexta, 20: AMAR OU DETESTAR

A parte final da passagem do evangelho não deixa qualquer alternativa: ou amo o mestre ou detesto-o. Por outras palavras: o nosso coração só pode dar-se ou agarrar-se a um único amor. Então: Deus? Dinheiro? O que é que realmente tem valor na minha vida?



Sábado, 21: MATEUS E O DINHEIRO

Que feliz coincidência: celebrar São Mateus, que foi chamado por Jesus Cristo quando estava no seu balcão de cobrador de impostos! Sem dúvida que Mateus amava o dinheiro. Mas o Senhor vai ao seu encontro, olha-o com misericórdia, chama-o a segui-lo. E Mateus responde. Hoje, medito sobre esta réstia de esperança: os enganos do dinheiro não impedem Jesus Cristo de chamar por mim.



Domingo, 22: 60 ANOS DE «MISERANDO ATQUE ELIGENDO»

Eis a divisa do papa Francisco: «misericórdia e eleição». Esta divisa é retirada de uma homilia de São Beda, o Venerável, doutor da Igreja, na qual comenta o convite de Jesus a Mateus: «Jesus viu um publicano e olhando para ele com um sentimento de amor, escolheu-o, dizendo-lhe: 'segue-me'». O Papa une a sua vocação à festa de São Mateus, no dia 21 de setembro de 1953, depois de ter renunciado ao namoro com uma jovem, respondendo ao apelo de Jesus Cristo para o seguir como padre. Hoje, a cada um de nós, Jesus Cristo dirige o seu olhar misericordioso e convida-nos a segui-lo. Então, amemo-lo como todo o nosso coração e deixemos de ser «inocentes» perante o dinheiro enganador.



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© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013

Preparar o vigésimo quinto domingo, ano C, no Laboratório da fé
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 16.9.13 | Sem comentários
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