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FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 35: «A Virgem Maria foi sempre proposta pela Igreja à imitação dos fiéis, não exatamente pelo tipo de vida que ela levou ou, menos ainda, por causa do ambiente sócio-cultural em que se desenrolou a sua existência, hoje superado quase por toda a parte; mas sim, porque, nas condições concretas da sua vida, ela aderiu total e responsavelmente à vontade de Deus; porque soube acolher a sua palavra e pô-la em prática; porque a sua ação foi animada pela caridade e pelo espírito de serviço; e porque, em suma, ela foi a primeira e a mais perfeita discípula de Cristo, o que, naturalmente, tem um valor exemplar universal e permanente».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
A salvação em Jesus Cristo. «’Bendito seja Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o qual no alto dos céus, nos abençoou com toda a sorte de bênçãos espirituais em Cristo’. Estas palavras da Carta aos Efésios revelam o eterno desígnio de Deus Pai, o seu plano de salvação do ser humano em Cristo. É um plano universal, que concerne todos os humanos criados à imagem e semelhança de Deus» (João Paulo II, Carta Encíclica sobre a bem-aventurada Virgem Maria na vida da Igreja que está a caminho, 7).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Maria tem lugar singular no plano da Salvação. «O plano divino da salvação, que nos foi revelado plenamente com a vinda de Cristo, é eterno. Ele é também algo que está eternamente ligado a Cristo. Ele compreende em si todos os homens; mas reserva um lugar singular à ‘mulher’ que foi a Mãe d'Aquele ao qual o Pai confiou a obra da salvação. […] Maria é introduzida no mistério de Cristo definitivamente mediante aquele acontecimento que foi a Anunciação do Anjo» (João Paulo II, Carta Encíclica sobre a bem-aventurada Virgem Maria na vida da Igreja que está a caminho, 7-8).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Maria é «bendita entre as mulheres». «A Virgem de Nazaré é chamada também a ‘bendita entre as mulheres’, isso explica-se por causa daquela bênção com que ‘Deus Pai’ nos cumulou ‘no alto dos céus, em Cristo’. É uma bênção espiritual, que se refere a todos os seres humanos. […] Mas esta bênção refere-se a Maria em medida especial e excecional: ela, de facto, foi saudada por Isabel como ‘a bendita entre as mulheres’» (João Paulo II, Carta Encíclica sobre a bem-aventurada Virgem Maria na vida da Igreja que está a caminho, 8).

  • QUARTO MISTÉRIO
Maria é a «cheia de graça». «A Anunciação é a revelação do mistério da Incarnação exatamente no início da sua realização na terra. A doação salvífica que Deus faz de si mesmo e da sua vida […] atinge no mistério da Incarnação um dos seus pontos culminantes. […] Maria é a ‘cheia de graça’, porque a Incarnação do Verbo […] se realiza e se consuma precisamente nela» (João Paulo II, Carta Encíclica sobre a bem-aventurada Virgem Maria na vida da Igreja que está a caminho, 9).

  • QUINTO MISTÉRIO
Maria é sinal da eleição divina. «Maria permanece diante de Deus e também diante de toda a humanidade como o sinal imutável e inviolável da eleição por parte do mesmo Deus, de que fala a Carta paulina: ‘em Cristo nos elegeu antes da criação do mundo ... e nos predestinou para sermos seus filhos adotivos’. Esta eleição é mais forte do que toda a experiência do mal e do pecado […]. Nesta história, Maria permanece um sinal de segura esperança» (João Paulo II, Carta Encíclica sobre a bem-aventurada Virgem Maria na vida da Igreja que está a caminho, 11).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 26 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 26.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 34: «Observa-se que é difícil enquadrar a imagem da Virgem Maria conforme resulta de certa literatura devocional, nas condições de vida da sociedade contemporânea, e em particular nas da mulher. E isso, quer a consideremos no ambiente doméstico, onde tanto as leis como a evolução dos costumes tendem justamente para lhe reconhecer a igualdade e a corresponsabilidade com o homem, na direção da vida familiar; quer a consideremos no campo político, onde ela conquistou, em muitos Países, um poder de intervenção na coisa pública, a par do homem; quer a consideremos no campo social, onde ela desenvolve a sua atividade, nos mais variados setores operativos, deixando cada dia mais o restrito ambiente do lar; quer a consideremos no campo cultural, onde lhe são proporcionadas possibilidades novas de pesquisa científica e de afirmação intelectual».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Ser pessoa. «O ser humano — tanto homem como mulher — é o único ser entre as criaturas do mundo visível que Deus Criador ‘quis por si mesmo’: é portanto uma pessoa. O ser pessoa significa tender à própria realização, que não se pode alcançar ‘senão por um dom sincero de si mesmo’» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre a dignidade e a vocação da mulher, 7).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Ser dom para os outros. «Modelo da interpretação da pessoa é o próprio Deus como Trindade, como comunhão de Pessoas. Dizer que o ser humano é criado à imagem e semelhança deste Deus quer dizer também que o ser humano é chamado a existir ‘para’ os outros, a tornar-se um dom» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre a dignidade e a vocação da mulher, 7).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Dignidade e vocação da mulher. «A mulher — como também o homem — deve entender a sua ‘realização’ como pessoa, a sua dignidade e vocação, em função dos recursos, segundo a riqueza da feminilidade, que ela recebeu no dia da criação e que herda como expressão, que lhe é peculiar, da ‘imagem e semelhança de Deus’» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre a dignidade e a vocação da mulher, 10).

  • QUARTO MISTÉRIO
Maria assume e abraça o mistério da mulher. «Maria assume em si mesma e abraça o mistério da ‘mulher’, cujo início é Eva, ‘a mãe de todos os viventes’ (Génesis 3, 20): antes de tudo assume-o e abraça no interior do mistério de Cristo — ‘novo e último Adão’ (cf. 1Coríntios 15, 45) — o qual assumiu na sua pessoa a natureza do primeiro Adão» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre a dignidade e a vocação da mulher, 11).

  • QUINTO MISTÉRIO
Maria é a revelação da mulher. «Maria é a revelação plena de tudo o que é compreendido na palavra bíblica ‘mulher’: uma revelação proporcional ao mistério da Redenção. Maria significa, em certo sentido, ultrapassar o limite de que fala o Livro do Génesis e retornar ao ‘princípio’ no qual se encontra a ‘mulher’ tal como foi querida na criação, portanto no pensamento eterno de Deus, no seio da Santíssima Trindade. Maria é o ‘novo princípio’ da dignidade e da vocação da mulher, de todas e de cada uma das mulheres» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre a dignidade e a vocação da mulher, 11).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 25 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 25.5.14 | Sem comentários

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Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 31: «Acerca da veneração que a Igreja presta à Mãe de Deus, na celebração da sagrada Liturgia, […] não podemos deixar de recordar a norma da Constituição sobre a Sagrada Liturgia, a qual, ao mesmo tempo que recomenda vivamente os exercícios de piedade do povo cristão, acrescenta: ‘...Importa, porém, ordenar essas práticas de piedade tendo em conta os tempos litúrgicos, de maneira que se harmonizem com a sagrada Liturgia, de certo modo derivem dela, e a ela, que por sua natureza lhes é muito superior, conduzam o povo cristão’ (SC 13). Norma sapiente, esta, e simultaneamente clara; a sua aplicação prática, no entanto, não se apresenta fácil, sobretudo no campo do culto à Virgem Santíssima, tão variado nas suas expressões formais. Tal aplicação exige, na realidade, da parte dos responsáveis pelas Comunidades locais, esforço, tato pastoral e constância; e da parte dos fiéis, prontidão para aceitar orientações e propostas que, promanando embora da genuína natureza do culto cristão, muitas vezes comportam a mudança de usos inveterados, nos quais aquela natureza, de algum modo, se havia obscurecido».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Oração, caminho de santidade. «O motivo mais importante para propor com insistência a prática do Rosário reside no facto de este constituir um meio validíssimo para favorecer entre os crentes o compromisso de contemplação do mistério cristão […] como verdadeira e própria pedagogia da santidade: ‘Há necessidade dum cristianismo que se destaque principalmente pela arte da oração’» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre o Rosário, 5).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Comunidade, escola de oração. «Enquanto que na cultura contemporânea, mesmo entre tantas contradições, emerge uma nova exigência de espiritualidade, solicitada inclusive pela influência de outras religiões, é extremamente urgente que as nossas comunidades cristãs se tornem ‘autênticas escolas de oração’» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre o Rosário, 5).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Rosário, «oração do coração». «O Rosário situa-se na melhor e mais garantida tradição da contemplação cristã. Desenvolvido no Ocidente, é oração tipicamente meditativa e corresponde, de certo modo, à ‘oração do coração’ ou ‘oração de Jesus’ germinada no húmus do Oriente cristão» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre o Rosário, 5).

  • QUARTO MISTÉRIO
Rosário, fecunda oportunidade espiritual. «O Rosário, quando descoberto no seu pleno significado, conduz ao âmago da vida cristã, oferecendo uma ordinária e fecunda oportunidade espiritual e pedagógica para a contemplação pessoal, a formação do Povo de Deus e a nova evangelização (João Paulo II, Carta Apostólica sobre o Rosário, 3).

  • QUINTO MISTÉRIO
Rosário e Liturgia. «Pensam alguns que a centralidade da Liturgia, justamente ressaltada pelo II Concílio do Vaticano, tenha como necessária consequência uma diminuição da importância do Rosário. Na verdade, esta oração não só não se opõe à Liturgia, mas serve-lhe de apoio, visto que introduz nela e dá-lhe continuidade, permitindo vivê-la com plena participação interior e recolhendo seus frutos na vida quotidiana» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre o Rosário, 4).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 24 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 24.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 30: «A Bíblia, ao apresentar de modo admirável o desígnio de Deus relativamente à salvação dos homens, acha-se toda ela impregnada do mistério do Salvador e encerra também, sem dúvida, desde o Génesis até ao Apocalipse, referências àquela que foi mãe e cooperadora do mesmo Salvador. Não desejaríamos, no entanto, que o cunho bíblico se limitasse a um uso diligente de textos e símbolos sapientemente tirados das mesmas Sagradas Escrituras; essa característica comporta algo mais: requer, efetivamente, que as fórmulas de oração e os textos destinados ao canto assumam os termos e a inspiração da Bíblia; e exige, sobretudo, que o culto à Virgem Santíssima seja permeado pelos grandes temas da mensagem cristã, a fim de que os féis, ao mesmo tempo que veneram aquela que é a Sede da Sabedoria, sejam também eles iluminados pela luz da Palavra divina e levados a agir segundo os ditames do Verbo encarnado».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Exercícios inspirados no Rosário. «Em tempos recentes, vieram a ser criados alguns pios exercícios, que vão buscar inspiração ao santo Rosário. Entre estes, queremos fazer menção e recomendar os que inserem no esquema habitual das celebrações da Palavra de Deus alguns elementos típicos do mesmo Rosário, como por exemplo, a meditação dos mistérios e a repetição litânica da saudação angélica. Tais elementos adquirem assim um maior relevo, enquadrados como são na leitura de textos bíblicos, ilustrados pela homilia, rodeados de pausas de silêncio e sublinhados com o canto» (Paulo VI, MC 51).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
O Rosário em família. «Queremos recomendar vivamente a recitação do santo Rosário em família. O II Concílio do Vaticano pôs bem em evidência que a mesma família, qual célula primeira e vital da sociedade, ‘deve mostrar-se, pela mútua piedade dos membros e pela oração dirigida a Deus em comum, como um santuário familiar da Igreja’ (AA 11)» (Paulo VI, MC 52).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Família, «Igreja doméstica». «A família cristã apresentar-se-á como ‘Igreja doméstica’ (LG 11), na medida em que os seus membros, cada qual no seu lugar e dentro das suas atribuições, se dão as mãos no promover a justiça, no praticar as obras de misericórdia, no dedicar-se ao serviço dos irmãos, tomando parte no apostolado da comunidade local mais ampla e inserindo-se no seu culto litúrgico» (Paulo VI, MC 52).

  • QUARTO MISTÉRIO
A oração em comum. A família é «Igreja doméstica», se os seus membros «elevarem a Deus orações suplicantes, em comum; se viesse a falhar este elemento no seio da família, então faltar-lhe-ia o próprio caráter de família cristã. Por isso, à recuperação da noção teológica da família, como Igreja doméstica, deve seguir-se um esforço por instaurar na vida da mesma família a oração em comum» (Paulo VI, MC 52).

  • QUINTO MISTÉRIO
A oração livre e tranquila do Rosário. «Ao concluir estas observações, prova da solicitude e da estima pelo santo Rosário, queremos recomendar que, na difusão de tão salutar devoção, as suas reais proporções não sejam nunca alteradas, e que jamais ela seja apresentada com inoportuno exclusivismo: o Rosário é uma oração excelente, em relação à qual, contudo, os fiéis se devem sentir serenamente livres, e solicitados a recitá-la com compostura e tranquilidade, atraídos pela sua beleza intrínseca» (Paulo VI, MC 55).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 23 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 23.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 30: «A necessidade de um cunho bíblico em toda e qualquer forma de culto é hoje algo sentida, como um postulado geral da piedade cristã. O progresso dos estudos bíblicos, a crescente difusão das Sagradas Escrituras e, sobretudo, o exemplo da tradição e a íntima moção do Espírito, orientam os cristãos do nosso tempo para servir-se cada dia mais da Bíblia, qual livro fundamental de oração e para tirar dela genuína inspiração e modelos insuperáveis. O culto à bem-aventurada Virgem Maria não pode ser eximido a esta orientação geral da piedade cristã (DV 25); antes pelo contrário, deve ele inspirar-se particularmente em tal orientação, para adquirir novo vigor e dela tirar seguro proveito».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Contemplar os mistérios da Salvação. «O Rosário da bem-aventurada Virgem Maria consta […] da contemplação, em comunhão com Maria, de uma série de mistérios da Salvação, sapientemente distribuídos em três ciclos que exprimem: o gozo dos tempos messiânicos; a dor ‘salvífica’ de Cristo; e a glória do divino Ressuscitado que inunda a Igreja. Uma tal contemplação, pela sua natureza, conduz à reflexão prática e suscita estimulantes normas de vida» (Paulo VI, MC 49).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Analogia com o Saltério. « O Rosário da Virgem Maria consta […] da sucessão litânica da Ave-Maria, que resulta composta da saudação do Anjo à Virgem Santíssima e do bendizente obséquio de Isabel, ao que se segue a súplica eclesial Santa Maria. A série continuada das Ave-Marias é uma característica peculiar do Rosário, e o seu número, na forma típica e plenária de cento e cinquenta, apresenta uma tal ou qual analogia com o Saltério e é um dado que remonta à própria origem do piedoso exercício» (Paulo VI, MC 49).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
O Pai nosso e a Glória. Cada mistério começa com «a Oração Dominical, Pai-Nosso, que, pelo seu imenso valor, está na base da oração cristã e a nobilita nas suas diversas expressões». E termina com «a Glória ao Pai, que, em conformidade com uma orientação generalizada da piedade cristã, encerra a oração com a glorificação de Deus, uno e trino, do qual, pelo qual e para o qual são todas as coisas» (Paulo VI, MC 49).

  • QUARTO MISTÉRIO
A riqueza e variedade do Rosário. «Cada um dos elementos do Rosário tem a sua índole própria, que, acertadamente compreendida e apreciada, deve refletir-se na recitação, a fim de que o mesmo Rosário exprima toda a sua riqueza e variedade. Essa recitação, por conseguinte, tornar-se-á: grave e implorante, na Oração Dominical; lírica e laudativa, no transcorrer calmo das Ave-Marias; contemplativa, na reflexão atenta sobre os mistérios; e adorante na doxologia» (Paulo VI, MC 49).

  • QUINTO MISTÉRIO
Rezar a sós, em família, em grupo. A riqueza e variedade há de notar-se também «em todas as maneiras como costuma ser recitado o Rosário: quer privadamente, recolhendo-se aquele que ora na intimidade com o Senhor; quer comunitariamente, em família ou por vários fiéis reunidos em grupo, para criar condições para uma particular presença do Senhor (cf. Mateus 18,20), ou, ainda, publicamente, em assembléias para as quais é convocada qualquer comunidade eclesial» (Paulo VI, MC 49).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 22 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 22.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus» [MC]), 28: «O amor pela Igreja traduzir-se-á em amor para com Maria, e vice-versa, pois uma não pode subsistir sem a outra, como perspicazmente observava São Cromácio de Aquiléia: ‘Reuniu-se a Igreja na parte superior (do cenáculo), com Maria que foi a Mãe de Jesus e com os irmãos d'Ele. Não se pode, portanto, falar de Igreja senão quando estiver aí Maria, Mãe do Senhor, com os irmãos d'Ele’. A concluir, insistimos ainda na necessidade de que a veneração dirigida à bem-aventurada Virgem Maria torne explícito o seu intrínseco conteúdo eclesiológico: isto equivale a dizer, lançar mão de uma força capaz de renovar, salutarmente, formas e textos».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
A contemplação. «A necessidade de recordar, ao lado do elemento laudativo e deprecatório, a importância de outro elemento essencial do Rosário: a contemplação. Sem esta, o Rosário é um corpo sem alma e a sua recitação corre o perigo de tornar-se uma repetição mecânica de fórmulas e de vir a achar-se em contradição com a advertência de Jesus: ‘Nas vossas orações, não useis de vãs repetições, como os gentios, porque imaginam que é pelo palavreado excessivo que serão ouvidos’ (Mateus 6, 7)» (Paulo VI, MC 47).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Rezar com calma. «Por sua natureza, a recitação do Rosário requer um ritmo tranquilo e uma certa demora a pensar, que favoreçam, naquele que ora, a meditação dos mistérios da vida do Senhor, vistos através do coração daquela que mais de perto esteve em contacto com o mesmo Senhor, e que abram o acesso às suas insondáveis riquezas» (Paulo VI, MC 47).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
A Liturgia e o Rosário não se podem contrapor nem equiparar. «As celebrações litúrgicas e o pio exercício do Rosário não se devem contrapor nem equiparar. Cada expressão de oração, na verdade, conseguirá ser tanto mais fecunda, quanto mais conservar a sua verdadeira natureza e a fisionomia que lhe é própria. Reafirmando, portanto, o valor proeminente dos atos litúrgicos, não será difícil reconhecer que o Rosário é um exercício de piedade que se harmoniza facilmente com a sagrada Liturgia» (Paulo VI, MC 48).

  • QUARTO MISTÉRIO
A dimensão comunitária da Liturgia e do Rosário. «Como a Liturgia, efetivamente, também o Rosário tem uma índole comunitária, se nutre da Sagrada Escritura e gravita em torno do mistério de Cristo. Depois, muito embora em planos essencialmente diversos, anamnese na Liturgia e memória contemplativa no Rosário têm por objeto os mesmos eventos ‘salvíficos’ realizados por Cristo» (Paulo VI, MC 48).

  • QUINTO MISTÉRIO
O Rosário como preparação ou eco da Liturgia. «O Rosário é um pio exercício que à Liturgia foi buscar a sua motivação. […] A meditação dos mistérios do Rosário, de facto, ao tornar familiares à mente e ao coração dos fiéis os mistérios de Cristo, pode constituir uma ótima preparação, e vir a ser, depois, um eco prolongado da celebração dos mesmos mistérios nos atos litúrgicos. É erro, todavia infelizmente, ainda a subsistir nalguns lugares, o recitar o Rosário durante a ação litúrgica» (Paulo VI, MC 48).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 21 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 21.5.14 | Sem comentários

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Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 28: «A ação da Igreja no mundo é como que um prolongamento da solicitude de Maria: aquele amor operoso de que a Virgem Santíssima dá mostras, realmente, em Nazaré, em casa de Isabel, em Caná e sobre o Gólgota, todos estes, momentos ‘salvíficos’ de vasto alcance eclesial, encontra a sua continuidade na preocupação materna da Igreja para que todos os homens cheguem ao conhecimento da verdade, nos seus cuidados para com os humildes, os pobres e os fracos, e na sua aplicação constante em favor da paz e da concórdia social, no seu prodigalizar-se, enfim, para que todos os homens tenham parte na Salvação que a morte de Cristo lhes mereceu».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
O Rosário, compêndio do Evangelho. «Já foi chamado ‘o compêndio de todo o Evangelho’: o Rosário, ou então o Terço de Nossa Senhora. [Os Papas] recomendaram a recitação do Rosário, favoreceram a sua difusão, ilustraram a sua natureza, reconheceram-lhe aptidão para desenvolver uma oração contemplativa, de louvor e simultaneamente de súplica, recordaram a sua conatural eficácia para promover a vida cristã e o empenho apostólico» (Paulo VI, MC 42).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
A inspiração evangélica do Rosário. «Apareceu numa luz mais viva a índole evangélica do Rosário, na medida em que se salientou que ele vai haurir ao Evangelho o enunciado dos mistérios e as fórmulas principais; no Evangelho se inspira, ainda, a sugestão para aquela atitude com que o fiel o deve recitar, a partir da jubilosa saudação do Anjo e do correspondente assentimento religioso da Virgem Maria» (Paulo VI, MC 44).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
O mistério de Jesus Cristo no Rosário. «A divisão dos mistérios do Rosário, não só coincide de maneira perfeita com a ordem cronológica dos factos, mas sobretudo reflete também o esquema do primitivo anúncio da fé e evoca o mistério de Cristo, daquele mesmo modo como ele é visto por São Paulo, no célebre ‘hino’ da Epístola aos Filipenses: despojamento, morte e exaltação (cf. 2, 6-11)» (Paulo VI, MC 45).

  • QUARTO MISTÉRIO
O Rosário orienta para Jesus Cristo. «Oração evangélica, centrada sobre o mistério da Encarnação redentora, o Rosário é, por isso mesmo, uma prece de orientação profundamente cristológica. Na verdade, o seu elemento mais característico, a repetição do ‘Alegra-te, Maria’, torna-se também ele, louvor incessante, a Cristo, objetivo último do anúncio do Anjo e da saudação da mãe do Batista: ‘bendito o fruto do teu ventre’ (Lucas 1,42)» (Paulo VI, MC 46).

  • QUINTO MISTÉRIO
O Rosário evoca a vida de Jesus Cristo. «Aquele Jesus que cada Ave-Maria relembra é o mesmo que a sucessão dos mistérios propõe, uma e outra vez, como Filho de Deus e da Virgem Santíssima; nascido numa gruta de Belém; apresentado pela mesma Mãe no Templo; um rapazinho ainda, a demonstrar-se cheio de zelo pelas coisas de seu Pai; depois, Redentor, agonizante no horto, flagelado e coroado de espinhos; a carregar a cruz e a morrer sobre o Calvário; por fim, ressuscitado da morte e elevado à glória do Pai, para efundir o dom do Espírito» (Paulo VI, MC 46).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 20 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 20.5.14 | Sem comentários

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Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 28: «É necessário que os exercícios de piedade com que os fiéis exprimem a sua veneração para com a Mãe do Senhor, manifestem de modo mais claro o lugar que ela ocupa na Igreja […]. A chamada à atenção para os conceitos fundamentais expostos pelo II Concílio do Vaticano, sobre a natureza da Igreja, ‘Família de Deus’, ‘Povo de Deus’, ‘Reino de Deus’, ‘Corpo Místico de Cristo’ (LG 6, 7-8, 9-17), permitirá, na verdade, aos fiéis, reconhecerem mais prontamente qual a missão de Maria no mistério da mesma Igreja e qual o seu eminente lugar na Comunhão dos Santos. Além disto, far-lhes-á sentir mais intensamente a fraternidade que une entre si todos os fiéis: porque filhos da Virgem Maria, ‘para cuja geração e educação (espiritual) ela coopera com amor de mãe’ (LG 66), e porque filhos da Igreja, também, visto que ‘do seu parto nascemos, com o seu leite somos alimentados, e pelo seu Espírito somos vivificados’».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
A oração do «Angelus». A oração do «Angelus» «não tem necessidade de ser restaurada: a estrutura simples, o caráter bíblico, a origem histórica que a liga à invocação da paz, o ritmo quase litúrgico que santifica os diversos momentos do dia, a abertura para o Mistério Pascal, em virtude da qual, ao mesmo tempo que comemoramos a Encarnação do Filho de Deus, pedimos para ser conduzidos, ‘pela sua paixão e morte na Cruz, a glória da ressurreição’, fazem com que conserve inalterado o seu valor e o seu frescor» [Paulo VI, MC 41).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
O essencial da oração do «Angelus». «Alguns usos ligados com a recitação do ‘Angelus’ desapareceram ou dificilmente podem manter-se na vida moderna […]; mas trata-se de elementos marginais. Resta, pois, imutado o valor da contemplação do mistério da Encarnação do Verbo, da saudação à Virgem Santíssima e do recurso à sua misericordiosa intercessão» (Paulo VI, MC 41).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
A oração do «Angelus» ao longo do dia. «Não obstante terem mudado as condições dos tempos, permanecem invariados também, para a maior parte dos seres humanos, aqueles momentos característicos do dia, a manhã, o meio-dia e a tarde, que assinalam os tempos da sua atividade e constituem um convite a uma pausa de oração» (Paulo VI, MC 41).

  • QUARTO MISTÉRIO
«Angelus», oração simples mas importante. «Uma belíssima expressão da fé do povo é a ‘Hora da Ave Maria’. É uma oração simples que se reza nos três momentos característicos do dia que marcam o ritmo da nossa atividade quotidiana: de manhã, ao meio-dia e ao anoitecer. É, porém, uma oração importante; convido a todos a rezá-la com a Ave Maria. Lembra-nos de um acontecimento luminoso que transformou a história: a Encarnação, o Filho de Deus se fez homem em Jesus de Nazaré» (Francisco, Angelus de 26 de julho de 2013).

  • QUINTO MISTÉRIO
O «Regina caeli» durante a Páscoa. «Na oração do ‘Regina caeli’, que se recita neste tempo pascal em vez do ‘Angelus’, nós dirigimo-nos à Virgem convidando-a a alegrar-se porque Aquele que ela trouxe no seu seio ressuscitou. Maria guardou no seu coração a ‘boa nova’ da ressurreição, fonte e segredo da verdadeira alegria e da autêntica paz» (Bento XVI, Regina caeli de 17 de abril de 2006).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 19 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 19.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 27: «Ouve-se afirmar, algumas vezes, que muitos textos de piedade moderna não refletem suficientemente toda a doutrina acerca do Espírito Santo. Cabe aos estudiosos verificar a justeza, ou não, dessa afirmação e aquilatar o seu alcance; a nós compete-nos exortar a todos, principalmente aos pastores e teólogos, a procurarem aprofundar a reflexão sobre a obra do Espírito na história da Salvação e a envidarem esforços no sentido de os textos de piedade cristã darem o devido relevo a sua ação vivificante. Desse aprofundamento emergirá, em particular, a misteriosa relação entre o Espírito de Deus e a Virgem de Nazaré e a ação de ambos sobre a Igreja: e dos dados da fé meditados mais profundamente derivar-se-á uma piedade vivida de maneira mais intensa».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana da Vida. «Maria é Rainha porque é Mãe do Rei e Senhor de todas as coisas. Com Ele partilha o Reino da paz, da justiça e da vida. ‘Ó Maria, aurora do mundo novo, Mãe dos viventes, confiamos-Vos a causa da vida: olhai, Mãe, para o número sem fim de crianças a quem é impedido nascer, de pobres para quem se torna difícil viver, de homens e mulheres vítimas de inumana violência’ (EV 105)» (Guião para a Semana da Vida, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
As ‘visitações’ de Deus. «É grande a densidade e a profundidade do mistério que a Igreja vive na evocação da Visitação de Maria a Isabel. […] A densidade e a profundidade está no facto de Maria tornar Deus presente, Deus faz-se homem. Esta ‘visitação’ é uma antecipação de todas as visitações que Deus feito ser humano, o Emanuel, continua a fazer, agora, em diferentes lugares, ambientes e modos» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1991).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Deus e Maria. «Através do acontecimento da Visitação, Deus quer dizer-nos alguma coisa. Deus uniu Maria com a sua presença no mundo, a sua ação no mundo, o seu ser Emanuel, Deus connosco. Maria é a mãe que o transporta no seu ventre e, depois, dá à luz na noite de Natal. Assim começa esta bela história humana e divina, divina e humana» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1991).

  • QUARTO MISTÉRIO
Agradecer a Maria. «Queremos agradecer a visitação de Maria ao longo deste mês; mas queremos também agradecer todas as visitações realizadas ao longo dos tempos e lugares, no coração de cada ser humano. Não saberemos medir a dimensão deste mistério e os frutos que produz, como aconteceu também no dia da primeira Visitação de Maria a Isabel» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1991).

  • QUINTO MISTÉRIO
Agradecer e viver com Maria. «Agradecemos a Maria todas as manifestações da sua bondade materna experimentadas ao longo deste mês. […] Agradecemos a Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, pela sua intercessão. Mas o dom mais precioso que nos dá é ela mesma. E, neste mês de maio, […] o seu mês predileto, podemos viver a sua simplicidade, a sua humildade, a sua beleza espiritual, a sua maternidade» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1990).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 18 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 18.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 26: «Ao Espírito Santo atribuíam a fé, a esperança e a caridade que animaram o coração da Virgem Santíssima, bem como a força que manteve a sua adesão à vontade de Deus e o vigor em que se apoiou a sua ‘compaixão’ aos pés da Cruz. Anotaram também no cântico profético de Maria (cf. Lucas 1, 46-55) um particular influxo daquele mesmo Espírito que havia falado pela boca dos profetas. E, ao considerarem, enfim a presença da Mãe de Jesus no Cenáculo, onde o Espírito desceu sobre a Igreja nascente (cf. Atos 1, 12-14; 2, 1-4), enriqueceram com novos desenvolvimentos o tema antigo Maria - Igreja. Mas, sobretudo, recorreram à intercessão da Virgem Santíssima para obter do Espírito a capacidade de gerarem Cristo na própria alma, como o atesta Santo Ildefonso numa oração, que surpreende pela doutrina e pelo vigor suplicante: ‘Rogo-te, sim, rogo-te, Virgem Santa, que eu obtenha Jesus daquele Espírito, do qual tu mesma gerastes Jesus! Que a minha alma receba Jesus por esse mesmo Espírito, por quem a tua carne concebeu Jesus! (...) Que eu ame Jesus naquele mesmo Espírito, no qual tu o adoras como Senhor e o contemplas como Filho!’».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana da Vida. «Temos de nascer da água e do Espírito (João 3, 5). ‘Queridos pais e mães sois as primeiras testemunhas e ministros deste novo nascimento do Espírito Santo. Vós que gerais os vossos filhos para a pátria terrena, não esqueçais que, ao mesmo tempo os gerais para Deus’ (Carta às Famílias, 22). Que o Senhor derrame sobre nós o seu Espírito para que o Evangelho da vida chegue ao coração de todo o homem e mulher» (Guião para a Semana da Vida, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Maria, Rainha da Paz. «Em Maio, a Igreja, com particular intensidade, reza a Maria, Mãe de Deus , confiando-lhe as preocupações dos homens e mulheres de todas as nações do mundo. A esta mulher, que é nossa Mãe e Rainha da Paz, pedimos a paz para o mundo inteiro. Através dela, voltamo-nos para Cristo, Redentor do mundo […]: ‘Ó Senhor, derruba as barreiras do ódio que divide as nações’» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1993).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Maio, mês de Maria. «Há uma ligação profunda entre o que o mês de maio significa na ordem da natureza e no mistério de Maria. Este mês, pelo menos nesta área geográfica, significa o início de uma nova vida, após o período de inverno, o início de uma nova vida na natureza. E Maria significa o início de uma nova vida na ordem sobrenatural da graça. Ela é a cheia de graça, Mãe de Cristo, Mãe do Redentor» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1992).

  • QUARTO MISTÉRIO
A devoção a Maria no mistério de Deus. «Ao cantar e rezar, durante o mês de maio, as nossas orações e ladainhas, ou através de outra forma expressando a nossa devoção a Nossa Senhora, tocamos a profundidade do mistério divino, um mistério que Maria tem no seu coração, desde o seu início» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1992).

  • QUINTO MISTÉRIO
Amor, gratidão, admiração a Maria. «Estamos aqui guiados pelo amor, guiados pela gratidão, guiados pela admiração pela Mãe de Cristo, a Virgem Mãe, a Imaculada. Fazemo-lo também com o desejo de transportar na nossa vida o mistério divino que começou em Maria, ou melhor, que Deus quis iniciar em Maria» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1992).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 17 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 17.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 26: «A intervenção santificadora do Espírito no caso da Virgem de Nazaré foi um momento culminante da sua ação na história de Salvação. Assim, por exemplo, alguns Santos Padres e escritores eclesiásticos atribuíram à obra do Espírito a santidade original de Maria […]. E, refletindo, depois, sobre os textos evangélicos […] descobriram na intervenção do Espírito uma ação que consagrou e tornou fecunda a virgindade de Maria e a transformou em Palácio do Rei ou Tálamo do Verbo, em Templo ou Tabernáculo do Senhor e em Arca da Aliança ou da Santificação títulos ricos de ressonâncias bíblicas. E, ao aprofundarem mais o mistério da Encarnação, viram na misteriosa relação Espírito Santo - Maria um aspeto esponsal […] e chamaram-lhe Santuário do Espírito Santo, expressão que frisa bem o caráter sagrado da Virgem Maria, que se torna habitação permanente do mesmo Espírito de Deus. Depois, penetrando mais na doutrina do Paráclito, perceberam que d'Ele, como de uma fonte, brotou a plenitude de graça e a abundância dos dons que a exornavam».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana da Vida. «Sem interesses neste mundo, Jesus não teve apoiantes na praça nem entre os notáveis, e foi condenado. A dignidade da pessoa aparece hoje na dependência do agrado público, da ambição política, do interesse económico, da cegueira dos egoísmos… Rezemos pelas vítimas de uma sociedade injusta, pelas famílias que são privadas dos seus direitos, pelos jovens esposos que uma mentalidade adversa e a falta de apoio desencorajam na sua vocação a uma fecundidade generosa, pelos responsáveis políticos para que implementem as políticas familiares mais adequadas» (Guião para a Semana da Vida, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Maria, Arca da Aliança. «O nosso olhar detém-se na Virgem Santa, admirável Arca da Aliança, que traz ao mundo Jesus Cristo, Aliança nova e eterna entre Deus e a humanidade. Ela apresenta-se ao olhar dos crentes como admirável ostensório do Corpo de Cristo, por Ela concebido por obra do Espírito Santo» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 28 de maio de 1997).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Da Encarnação ao Mistério Pascal. «O pensamento dirige-se ao momento da Encarnação, quando o Verbo, ao vir ao mundo, oferece ao Pai a própria humanidade, recebida de Maria: ‘Não quiseste sacrifício nem oblação, mas preparaste-Me um corpo... Então Eu disse: Eis que venho... para fazer, ó Deus, a Tua vontade’ (Hebreus 10, 5-7). A oblação de Cristo na Encarnação encontrará o seu coroamento no Mistério pascal, do qual a Eucaristia é memorial perene» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 28 de maio de 1997).

  • QUARTO MISTÉRIO
Maria viveu em comunhão com Jesus Cristo. «Ao ato de doação do Filho, Maria se conforma em total sintonia de mente e de coração, do ‘sim’ de Nazaré ao do Gólgota. A Virgem viveu em constante comunhão com Cristo: toda a sua vida pode ser considerada uma espécie de comunhão ‘eucarística’, comunhão com aquele ‘Pão descido do céu’ que o Pai deu para a vida do mundo» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 28 de maio de 1997).

  • QUINTO MISTÉRIO
Maria, ícone de esperança. «Na comunhão com Cristo, Maria realiza plenamente a própria liberdade de criatura, em nada submetida aos vínculos do pecado. Ela torna-se ícone de esperança e profecia de libertação para a humanidade inteira. Maria canta isto no ‘Magnificat’: ‘Grandes coisas me fez o Omnipotente. É Santo o Seu nome e a Sua misericórdia vai de geração em geração para aqueles que O temem’ (Lucas 1, 49-50)» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 28 de maio de 1997).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 16 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 16.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 25: «Na Virgem Maria, tudo é relativo a Cristo e dependente d'Ele: foi em vista d'Ele que Deus Pai, desde toda a eternidade, a escolheu Mãe toda santa e a plenificou com dons do Espírito a ninguém mais concedidos. A genuína piedade cristã, certamente, nunca deixou de pôr em realce essa ligação indissolúvel e a essencial referência da Virgem Maria ao divino Salvador (LG 66). […] Nas expressões do culto à Virgem Maria dê-se um relevo especial ao aspeto cristológico no sentido de refletirem o plano de Deus, o qual preestabeleceu ‘com um só e mesmo decreto a origem de Maria e da Encarnação da divina Sapiência’. Isto concorrerá, sem dúvida, para tornar mais sólida a piedade para com a Mãe de Jesus e fazer dela um instrumento eficaz para que alcancemos todos o pleno conhecimento do Filho de Deus […]. Por outro lado, contribuirá também para aumentar o culto devido ao mesmo Cristo».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana da Vida. «Somos Filhos de Deus e habita em nossos corações o Espírito que clama: ‘Abba, Pai’ (Gálatas 4, 6). Batizados em nome da Santíssima Trindade, entramos na comunhão com o Pai, o Filho e o Espírito Santo. A família, nos laços profundos que a unem, é obra de Deus e imagem da sua perfeita Trindade. Por Maria, pedimos que a graça do Batismo se renove em nós e a nossa família testemunhe a alegria da comunhão com Deus» (Guião para a Semana da Vida, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Maria, modelo da Igreja. «A Santa Virgem, trazendo em si mesma o Verbo que Se fez homem, vai ajudar a idosa prima, que está prestes a dar à luz. Reconhecemos em Maria o modelo da Igreja que, com as obras de misericórdia e de caridade, traz ao mundo a paz de Cristo Salvador» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1999).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Irradiar o mistério de Deus. «Quantos filhos e filhas da Igreja testemunharam o amor do Pai celeste nas multíplices fronteiras da solidariedade! Esta é uma grande ‘visitação’ que se estende ao mundo inteiro, irradiando o mistério de Deus que se torna próximo do ser humano e cura as suas feridas materiais e morais. Agindo assim, a Igreja torna-se todos os dias artífice de paz, com a humilde coragem de Maria Santíssima, serva do Deus da paz» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1999).

  • QUARTO MISTÉRIO
A paterna solicitude de Deus. «Na visitação de Maria manifesta-se a paterna solicitude de Deus, que não abandona o seu povo; pelo contrário, cuida dos mais pequeninos e dos excluídos. Na sua grande misericórdia, Deus visitou e redimiu o seu povo! […] Confiemos cada um dos nossos projetos e cada invocação a Maria, Virgem da Visitação e Rainha da Paz» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1999).

  • QUINTO MISTÉRIO
Maria figura da Igreja. «Maria aparece-nos como figura e modelo da Igreja que, sustentada pelo Espírito, leva ao mundo Cristo Salvador. […] Invocamos Maria como modelo e animadora de esperança no coração da Igreja. À sua intercessão confiamos a missão evangelizadora, para que, a dois mil anos daquele seu ‘sim’, que abriu a porta à Redenção, o Verbo feito carne para nossa salvação possa continuar a ser anunciado e testemunhado em todas as línguas do mundo» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1998).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 15 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 15.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 25: «É da máxima conveniência, antes de mais nada, que os exercícios de piedade para com a Virgem Maria exprimam, de maneira clara, a característica trinitária e cristológica que lhes é intrínseca e essencial. O culto cristão, de facto, é por sua natureza culto ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, ou, conforme se expressa a Liturgia, ao Pai por Cristo no Espírito. Nesta perspetiva, torna-se ele extensivo, legitimamente, se bem que de maneira substancialmente diversa, em primeiro lugar e de modo singular, à Mãe do Senhor, e depois aos Santos, nos quais a Igreja proclama o Mistério Pascal, por isso mesmo que eles sofreram com Cristo e com Ele foram glorificados (SC 104)».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana da Vida. «Toda voltada para Deus, Maria vai ajudar sua prima. O encontro das duas mães é iluminado pela presença operante de Deus. Maria glorifica o Senhor e exulta de alegria em Deus, seu Salvador. Peçamos a compreensão da unidade do amor de Deus e do próximo, e com todos os pais, louvemos o Senhor pelo dom da maternidade e paternidade» (Guião para a Semana da Vida, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
A presença do Espírito Santo. «‘Ao ouvir a saudação de Maria,... Isabel ficou cheia do Espírito Santo’. O encontro entre a Senhora e a prima Isabel é como uma espécie de ‘pequeno Pentecostes’. […] A Virgem Santa, que leva no seio o Filho concebido por obra do Espírito Santo, irradia à sua volta graça e alegria espiritual. É a presença do Espírito em Si que faz exultar de alegria o filho de Isabel, João, destinado a preparar o caminho para o Filho de Deus feito homem» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2001).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Maria, Jesus Cristo e o Espírito Santo. «Onde está Maria, está Cristo; e onde está Cristo, está o seu Espírito Santo, que procede do Pai e d'Ele no mistério da vida trinitária. Os Atos dos Apóstolos sublinham a razão da presença orante de Maria no Cenáculo com os Apóstolos, reunidos à espera de receber a ‘força do Alto’. O ‘sim’ da Virgem atrai sobre a humanidade o Dom de Deus: como na Anunciação, também no Pentecostes. Assim continua a acontecer no caminho da Igreja» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2001).

  • QUARTO MISTÉRIO
A alegria no Espírito Santo. «A minha alma glorifica o Senhor. […] A Virgem de Nazaré canta e contempla o triunfo da divina misericórdia. Ela é imbuída da íntima exultação pelos desígnios de Deus, que prefere os humildes e os pequeninos e os cumula com os Seus bens. Esta é a alegria no Espírito Santo, que fará exultar o coração mesmo do Redentor, comovido porque apraz ao Pai revelar aos pequeninos os mistérios do Reino dos céus» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2000).

  • QUINTO MISTÉRIO
Louvar o amor de Deus. «A minha alma glorifica o Senhor. […] Assim cantamos também nós, com a alma repleta de reconhecimento a Deus. […] Possa o cântico de louvor de Maria tornar-se o canto de cada alma cristã pelo grande mistério do amor de Deus que, em Cristo, ‘visitou e redimiu o seu povo’ (Lucas 1, 68)! […] Conservai o olhar fixo em Jesus, na esperança de poderdes um dia estar com Ele, unidos na mesma glória. Acompanhe-vos Maria com materna solicitude no vosso caminho!» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2000).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 14 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
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FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 22: «É importante observar como a Igreja procura traduzir as multíplices relações que a unem a Maria, em outras tantas atitudes culturais, diversas e eficazes: em veneração profunda, quando reflete na dignidade singular da Virgem Santíssima, que, por obra do Espírito Santo, se tornou Mãe do Verbo Encarnado; em amor ardente, quando considera a maternidade espiritual de Maria para com todos os membros do Corpo Místico; em invocação confiante, quando experimenta a necessidade de intercessão da sua advogada e auxiliadora (LG 62); em serviço amoroso, quando descobre na humilde Serva do Senhor a Rainha da misericórdia e a mãe da graça; em imitação operosa, quando contempla a santidade e as virtudes da ‘cheia de graça’; em admiração comovida, quando vê nela, ‘como em imagem puríssima, o que ela, toda ela, deseja e espera com alegria ser’ (SC 103); em estudo atento, quando vislumbra na cooperadora do Redentor, já a participar plenamente dos frutos do Mistério Pascal, a realização profética do seu futuro pela qual anseia, até ao dia em que purificada de qualquer mancha ou ruga, se tornará como uma esposa adornada para o seu esposo, Jesus Cristo».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana da Vida. «O Filho de Deus, a luz verdadeira que, vindo ao mundo, ilumina todo o homem, nasceu pobre, sem regalias. De condição divina, não revindicou o direito de ser equiparado a Deus. Os primeiros a reconhecê-Lo foram os humildes e pobres. Peçamos a graça de reconhecer o verdadeiro rosto de Cristo que vem ao nosso encontro. Por Maria, roguemos para os novos esposos o apreço pela fecundidade, que é fruto e sinal do amor conjugal, e testemunho vivo da sua doação recíproca» (Guião para a Semana da Vida, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Animada pelo Espírito Santo. «O encontro de Maria com Isabel é completamente animado pelo Espírito Santo, que enche de júbilo as mães e faz saltar de alegria o profeta nascituro. […] O sopro do Espírito estimula Maria, e com ela a Igreja, pelos caminhos do mundo, para a todos levar Cristo, esperança da humanidade» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2004).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Luz do mundo. «A luz significa a esperança que Cristo, morto e ressuscitado, deu à humanidade. Sede sempre portadores desta luz. Aliás, como recomenda o Senhor aos discípulos, sede vós próprios luz (cf. Mateus 5, 14) nas vossas casas, em todos os ambientes e em qualquer circunstância da vida. Sede luz com o vosso fiel testemunho evangélico, pondo-vos todos os dias na escola de Maria, discípula perfeita do seu Filho divino» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2004).

  • QUARTO MISTÉRIO
Maria acompanha a Igreja. «Assim como foi associada à missão do seu Filho, Maria também continua a acompanhar o caminho da Igreja. Perseveremos em oração com Ela, como os Apóstolos fizeram no Cenáculo, enquanto aguardavam o Pentecostes. […] Devemos unir-nos mais a Ela, invocando a abundante descida do Espírito sobre toda a Igreja» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2003).

  • QUINTO MISTÉRIO
Rezar o terço em família. «Desejo renovar a todos o convite a recitar o Rosário assiduamente, cuidando com dedicação da sua qualidade. […] Penso nas famílias e exorto-as a reunir-se com frequência, sobretudo à noite, para recitar o Rosário em conjunto: esta é uma das mais bonitas e consoladoras experiências da comunidade doméstica!» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2003).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 13 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
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FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 21: «Maria é também, evidentemente, mestra de vida espiritual para cada um dos cristãos. Assim, bem cedo os fiéis começaram a olhar para Maria, a fim de, como ela, fazerem da própria vida um culto a Deus, e do seu culto um compromisso vital. […] Maria é modelo, sobretudo, daquele culto que consiste em fazer da própria vida uma oferenda a Deus: doutrina antiga e perene, esta, que cada um de nós pode ouvir repetir, se prestar atenção aos ensinamentos da Igreja; mas que poderá entrever também, se der ouvidos à palavra da mesma Virgem Santíssima, quando ela, antecipando em si a estupenda petição da Oração Dominical, ‘seja feita a vossa vontade’ (Mateus 6,10), respondeu ao mensageiro de Deus: ‘Eis a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra’ (Lucas 1, 38). E o ‘sim’ de Maria é para todos os cristãos lição e exemplo, para fazerem da obediência à vontade do Pai o caminho e o meio da própria santificação».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana da Vida. «Maria acolheu no seu seio o Filho de Deus. O sim da Anunciação amadurece plenamente no dia da Cruz, quando Maria acolhe como filho cada homem feito discípulo: ‘Então, ao ver sua mãe e junto dela o discípulo que Ele amava, Jesus disse a sua mãe: “Mulher, eis aí o teu filho”’ (João 19,26). Por Maria, nossa mãe, rezemos para que todas as mães acolham com amor os seus filhos desde o momento em que são concebidos» (Guião para a Semana da Vida, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Maria, mulher eucarística. « Maria ajuda-nos a descobrir o sacramento da Eucaristia. O papa João Paulo II apresentou-a como ‘mulher eucarística’ em toda a sua vida. ‘Mulher eucarística’ a partir da sua atitude interior: da Anunciação, quando se ofereceu a si mesma para a encarnação do Verbo de Deus, até à cruz e à ressurreição; ‘mulher eucarística’ no período depois do Pentecostes, quando recebeu no Sacramento aquele Corpo que Ela concebeu e levou no seio» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2005).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
A primeira «procissão eucarística». «Maria, trazendo no seio Jesus recém-concebido, vai visitar a prima Isabel, que todos consideravam estéril e que, contudo, tinha chegado ao sexto mês de uma gravidez concedida por Deus (cf. Lucas 1, 36). É uma jovem, mas não tem medo, porque Deus está com Ela, dentro dela. De certo modo, podemos dizer que a sua viagem […] foi a primeira ‘procissão eucarística’ da história» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2005).

  • QUARTO MISTÉRIO
A graça do Espírito Santo. « Maria, tabernáculo vivo de Deus que se fez carne, é a arca da Aliança, em que o Senhor visitou e redimiu o seu povo. A presença de Jesus enche-a de Espírito Santo. Quando entra na casa de Isabel, a sua saudação é transbordante de graça: João estremece no seio da mãe, como se tivesse sentido a vinda daquele que no futuro ele deverá anunciar a Israel. Os filhos exultam, as mães regozijam-se» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2005).

  • QUINTO MISTÉRIO
Acolher Jesus Cristo. «Esta é a alegria da Igreja, que acolhe Cristo na Eucaristia e leva-o ao mundo com o testemunho da caridade concreta, imbuída de fé e de esperança. Acolher Jesus e levá-lo aos outros é o verdadeiro júbilo do cristão! Continuemos a imitar Maria, uma alma profundamente eucarística, e toda a nossa vida poderá tornar-se um louvor a Deus» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2005).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 12 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
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FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 20: «Maria é a Virgem oferente. Na apresentação de Jesus no Templo (cf. Lucas 2, 22-35), a Igreja, guiada pelo Espírito Santo, descobriu, para além do cumprimento das leis […], um mistério ‘salvífico’ relativo à história da Salvação: e em tal mistério realçou a continuidade da oferta fundamental que o Verbo encarnado fez ao Pai, ao entrar no mundo; viu nele proclamada a universalidade da Salvação, porque Simeão, ao saudar no menino a luz para iluminar as nações e a glória de Israel, reconhecia n'Ele o Messias, o Salvador de todos […] O divino Salvador instituiu o Sacrifício eucarístico, memorial da sua Morte e Ressurreição, e confiou-o à Igreja, sua Esposa (SC 47), a qual sobretudo ao domingo, convoca os fiéis para celebrar a Páscoa do Senhor (SC 102 e 106): o que a mesma Igreja faz em comunhão com os Santos e, em primeiro lugar, com a bem-aventurada Virgem Maria, de quem imita a caridade ardente e a fé inabalável».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana das Vocações. «Maria tinha a consciência de ser parte do Povo de Deus. […] Hoje, o Povo de Deus é a Igreja. A Igreja que, através dos Sacramentos, da proclamação da Palavra, dos seus preceitos, do acompanhamento espiritual, se torna Mãe. Preciso de nascer de novo, cada dia, na Igreja, minha mãe. Preciso de amar a Igreja, rezar por ela, perceber que o meu sim a Deus é um sim à Igreja, levando‑nos a viver em Igreja, para a Igreja e, assim, em benefício de toda a humanidade» (Guião para a Semana das Vocações, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Maria é dócil a Deus e aos irmãos. «Em qualquer página do evangelho, vemos Maria dócil aos desígnios divinos e em atitude de amor previdente para com os irmãos. De facto, a humilde jovem de Nazaré […] ouve que a idosa parente Isabel espera um filho na sua velhice. Sem hesitar põe-se a caminho, anota o evangelista (cf. Lucas 1, 39), para alcançar ‘à pressa’ a casa da prima e põe-se à sua disposição num momento de particular necessidade» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2006).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Maria acompanha os seus filhos. «A nossa celeste Advogada acompanha o caminho dos seus filhos, e não deixa desatendidas as súplicas que lhe são dirigidas com humildade e confiança. […] Maria prevê com intuito materno todas as necessidades dos seus filhos e intervém eficazmente para os amparar: é esta a experiência do povo cristão» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2006).

  • QUARTO MISTÉRIO
Acolher Maria é acolher Jesus. «Maria leva Jesus no seu seio como um tabernáculo sagrado e oferece-o como o dom maior a Zacarias, à sua esposa Isabel e ao menino que se está a desenvolver no seu seio. Diz-lhe a mãe de João Batista: ‘logo que chegou aos meus ouvidos a tua saudação, o menino saltou de alegria no meu seio’ (Lucas 1, 44). Onde Maria chega está presente Jesus. Quem abre o seu coração à Mãe encontra e acolhe o Filho e é colmado da sua alegria» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2006).

  • QUINTO MISTÉRIO
Materna intercessão. «A verdadeira devoção nunca ofusca nem diminui a fé e o amor a Jesus Cristo. Ao contrário, a entrega a Nossa Senhora é um caminho privilegiado para um seguimento fiel do Senhor. […] A materna intercessão da Rainha dos Santos obtenha para todos os discípulos de Cristo o dom de uma fé firme e um testemunho evangélico invencível» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2006).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 11 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
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FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 19: «Maria é a Virgem Mãe, isto é, aquela que ‘pela sua fé e obediência, gerou na terra o próprio Filho de Deus Pai, sem ter conhecido varão, por obra e graça do Espírito Santo’ (LG 63). Maternidade prodigiosa, constituída por Deus protótipo e modelo da fecundidade da Virgem-Igreja a, a qual, por sua vez, ‘se torna também mãe, dado que, com a pregação e com o batismo gera para vida nova e imortal os filhos concebidos por ação do Espírito Santo e nascidos de Deus’ (LG 64). Com justeza, portanto, os antigos Padres ensinavam que a Igreja prolonga no sacramento do Batismo a maternidade virginal de Maria».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana das Vocações. «Maria tinha decidido dizer sempre sim a Deus e toda a sua vida foi um longo e continuado sim. Ela compreendeu que não bastava dizê-lo uma vez, no princípio, mas que a todo o instante era preciso cantar no coração: ‘Eu sou de Deus!’ para conseguir viver essa entrega. Porque Deus vai sempre desafiando a um passo mais. […] Maria ‘caminha diante de nós e sempre nos confirma na fé, na vocação e na missão’ (Papa Francisco)» (Guião para a Semana das Vocações, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
A presença do Espírito Santo em Maria. «O Espírito Santo, que tornou presente o Filho de Deus na carne de Maria, dilatou o seu coração até às dimensões daquele Deus e levou-a pelos caminhos da caridade. […] O Espírito desceu sobre a Virgem, o poder do Altíssimo estendeu sobre ela a sua sombra (cf. Lucas 1, 35). Aquele mesmo Espírito estimulou-a a ‘levantar-se’ e a partir sem hesitações (cf. Lucas 1, 39), para servir de ajuda à idosa parente» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2007).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Maria deixa-se guiar pela fé. «Jesus tinha iniciado a formar-se no seio de Maria, mas o seu Espírito já tinha enchido o coração dela, de forma que a Mãe já começa a seguir o Filho divino: pelo caminho que da Galileia leva à Judeia é o próprio Jesus quem ‘dá força’ a Maria, infundindo-lhe o desejo generoso de ir ao encontro do próximo necessitado, a coragem de não dar prioridade às próprias legítimas exigências, as dificuldades, as preocupações, os perigos para a sua própria vida. É Jesus que a ajuda a superar tudo deixando-se guiar pela fé que age através da caridade» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2007).

  • QUARTO MISTÉRIO
A caridade de Maria. «O coração de Maria é visitado pela graça do Pai, está repleto da força do Espírito e é estimulado interiormente pelo Filho; vemos um coração perfeitamente inserido no dinamismo da Santíssima Trindade. Este movimento é a caridade, que em Maria é perfeita e se tornou modelo da caridade da Igreja, como manifestação do amor trinitário» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2007).

  • QUINTO MISTÉRIO
Amar como Maria. «Cada gesto de amor genuíno, até o mais pequenino, contém em si uma centelha do mistério infinito de Deus: o olhar atencioso ao irmão, o tornar-se próximo dele, a partilha da sua necessidade, o cuidado das suas feridas, a responsabilidade pelo seu futuro, em todos os seus aspectos, torna-se ‘teologal’ quando está animado pelo Espírito de Cristo. Maria nos obtenha o dom de saber amar como ela soube amar» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2007).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 10 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Unknown | 10.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 18: «Maria é a Virgem dada à oração. Assim nos aparece ela, de facto, na visita à mãe do Precursor, quando o seu espírito se efunde em expressões de glorificação a Deus, de humildade, de fé e de esperança: tal é o ‘Magnificat’, a oração por excelência de Maria […]. Este cântico da Virgem Santíssima, na verdade, prolongando-se, tornou-se oração da Igreja inteira, em todos os tempos. […] A última passagem biográfica relativa a Maria no-la descreve orante: os Apóstolos ‘perseveravam unânimes na oração, com algumas mulheres, entre as quais Maria, a mãe de Jesus’ (Atos 1, 14). Presença orante de Maria na Igreja nascente, pois, e na Igreja de todos os tempos […]. Virgem dada à oração e também a Igreja, a qual todos os dias apresenta ao Pai as necessidade dos seus filhos, e ‘louva o Senhor sem cessar e intercede pela salvação de todo o mundo’ (SC 83)».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana das Vocações. «Jesus foi certamente o primeiro a cantar no seu coração ‘Só Deus basta’ e a vivê-lo radicalmente até às últimas consequências. Quem se atreve a amar deste modo terá de aceitar o que Maria aceitou — o dom da Cruz. Não há, nem pode haver, cristão algum sem cruz. Seguir a Cristo não é fácil, não é cómodo. É aceitar caminhar muitas vezes na escuridão, guardando pedaços de vida que não compreendemos no coração, como Maria» (Guião para a Semana das Vocações, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
A oração do terço (Rosário). «Quando não é uma repetição mecânica de fórmulas tradicionais, o Rosário constitui uma meditação bíblica que nos faz percorrer de novo os acontecimentos da vida do Senhor, em companhia da Bem-Aventurada Virgem, conservando-os, como Ela, no nosso coração. […] Na escola de Maria, a lâmpada da fé resplandeça cada vez mais no coração dos cristãos e nos seus lares» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2008).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
A grandeza de Maria. «Antes de se preocupar consigo, Maria pensa na sua prima Isabel, que ela sabia que estava em estado de gravidez avançada e […] põe-se a caminho ‘à pressa’ para ir levar-lhe a sua ajuda. Eis a grandeza simples e sublime de Maria! Quando chega à casa de Isabel, acontece algo que nenhum pintor jamais poderá representar com a beleza e a profundidade da sua realização. A luz interior do Espírito Santo envolve as suas pessoas» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2008).

  • QUARTO MISTÉRIO
A fé de Maria. «Maria ‘vê’ a obra de Deus na história com os olhos da fé. Por isso é bem-aventurada, porque acreditou. Pela fé, acolheu a palavra do Senhor e concebeu o Verbo encarnado. A sua fé levou-a a descobrir que os tronos de todos os poderosos deste mundo são provisórios, enquanto o trono de Deus é a única rocha que não muda e não cai» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2008).

  • QUINTO MISTÉRIO
Os mesmos sentimentos de Maria. «Tenhamos em nós os mesmos sentimentos de louvor e de ação de graças de Maria em relação ao Senhor, a sua fé e a sua esperança, o seu dócil abandono nas mãos da Providência divina. Imitemos o seu exemplo de disponibilidade e de generosidade no serviço aos irmãos. Só acolhendo o amor de Deus e fazendo da nossa existência um serviço generoso ao próximo poderemos elevar com júbilo um cântico de louvor ao Senhor» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2008).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 9 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Unknown | 9.5.14 | Sem comentários
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