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NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


«Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

Domingo, DIA DO BATISMO

Texto de reflexão para o domingo do Batismo de Jesus Cristo

    20. Segundo o unânime testemunho evangélico, a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos aconteceu no «primeiro dia depois do sábado». [...] Aquele foi o dia do primeiro anúncio e dos primeiros batismos: Pedro proclamou à multidão reunida que Cristo tinha ressuscitado, e «os que aceitaram a sua palavra receberam o batismo» (Atos 2, 41). Foi a epifania da Igreja, manifestada como povo que congrega na unidade, independentemente de toda a variedade, os filhos de Deus dispersos.
    25. O domingo, com efeito, é o dia em que, mais do que qualquer outro, o cristão é chamado a lembrar a salvação que lhe foi oferecida no batismo e que o tornou homem novo em Cristo. «Sepultados com Ele no batismo, foi também com Ele que ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que O ressuscitou dos mortos» (Colossenses 2, 12; cf. Romanos 6, 4-6). A liturgia põe em evidência esta dimensão batismal do domingo, quer exortando a celebrar os batismos, para além da Vigília Pascal, também neste dia da semana «em que a Igreja comemora a ressurreição do Senhor», quer sugerindo, como oportuno rito penitencial no início da Missa, a aspersão com a água benta, que evoca precisamente o evento batismal em que nasce toda a existência cristã.



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    Laboratório da fé celebrada, 2013
    Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 10.1.14 | Sem comentários

    NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


    «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

    Domingo, DIA DA LUZ

    Texto de reflexão para o domingo da Epifania

      79. O domingo constitui o modelo natural para se compreender e celebrar aquelas solenidades do ano litúrgico, cujo valor espiritual para a existência cristã é tão grande que a Igreja decidiu sublinhar a sua importância, impondo aos fiéis a obrigação de participar na Missa e observar o descanso, mesmo quando coincidem em dia de semana. O número destas festas foi variando ao longo das diferentes épocas, tendo em conta as condições sociais e económicas, o arraigamento delas na tradição, e ainda o apoio da legislação civil. O ordenamento canónico-litúrgico atual prevê a possibilidade de cada Conferência Episcopal, em virtude de circunstâncias próprias do seu país, reduzir a lista dos dias de preceito. Uma eventual decisão nesse sentido, porém, precisa de ser confirmada por uma aprovação especial da Sé Apostólica, e, se fosse o caso da celebração dum mistério do Senhor, como a Epifania, a Ascensão ou a solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, tal celebração deve passar para o domingo seguinte, segundo as normas litúrgicas, para que os fiéis não sejam privados da meditação do mistério. Os Pastores procurarão diligentemente encorajar os fiéis a participarem na Missa também nas festas de certa importância que calham durante a semana.



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      Laboratório da fé celebrada, 2013
      Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 3.1.14 | Sem comentários

      NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


      «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

      Domingo, DIA DA LUZ

      Texto de reflexão para o domingo da Sagrada Família

        78. De igual modo, «na celebração deste ciclo anual dos mistérios de Cristo, a santa Igreja venera com especial amor, porque indissoluvelmente unida à obra de salvação do seu Filho, a bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus». Da mesma forma, introduzindo no ciclo anual as memórias dos mártires e de outros santos, por ocasião do seu aniversário, a Igreja «proclama o mistério pascal realizado na paixão e glorificação deles com Cristo». A recordação dos santos, se celebrada com o espírito autêntico da liturgia, não obscura a centralidade de Cristo, antes pelo contrário exalta-a, mostrando a força da sua redenção. Como canta S. Paulino de Nola, «tudo passa, mas a glória dos santos perdura em Cristo, que tudo renova, enquanto Ele permanece o mesmo». Esta relação intrínseca da glória dos santos com a de Cristo está inscrita no próprio estatuto do ano litúrgico e encontra a sua expressão mais eloquente precisamente no carácter fundamental e dominante do domingo como dia do Senhor. Seguindo os tempos do ano litúrgico com a observância do domingo que o ritma inteiramente, o compromisso eclesial e espiritual do cristão radica-se profundamente em Jesus Cristo, em quem encontra a sua razão de ser e de quem recebe alimento e estímulo.



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        Laboratório da fé celebrada, 2013
        Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 27.12.13 | Sem comentários

        NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


        «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

        Domingo, DIA DA LUZ

        Texto de reflexão para o quarto domingo de Advento

          27. [...] Uma perspicaz intuição pastoral sugeriu à Igreja de cristianizar, aplicando-a ao domingo, a conotação de «dia do sol», expressão esta com que os romanos denominavam este dia e que ainda aparece em algumas línguas contemporâneas, subtraindo os fiéis às seduções de cultos que divinizavam o sol e orientando a celebração deste dia para Cristo, verdadeiro «sol» da humanidade. S. Justino [...] [escreve] que os cristãos faziam a sua reunião «no chamado dia do sol» [...]. Cristo é realmente a luz do mundo, e o dia comemorativo da sua ressurreição é o reflexo perene, no ritmo semanal do tempo, desta epifania da sua glória. O tema do domingo, como dia iluminado pelo triunfo de Cristo ressuscitado, está presente na Liturgia das Horas, e possui uma ênfase especial na vigília noturna que, nas liturgias orientais, prepara e introduz o domingo. Reunindo-se neste dia, a Igreja, de geração em geração, torna própria a admiração de Zacarias, quando dirige o olhar para Cristo anunciando-O como «o sol nascente para iluminar os que se jazem nas trevas e na sombra da morte» (Lucas 1, 78-79), e vibra em sintonia com a alegria experimentada por Simeão quando tomou em seus braços o Deus Menino enviado como «luz para iluminar as nações» (Lucas 2, 32).



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          Laboratório da fé celebrada, 2013
          Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 20.12.13 | Sem comentários

          NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


          «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

          Domingo, DIA DA LUZ

          Texto de reflexão para o terceiro domingo de Advento

            75. [...] [O domingo] sulca os tempos do ser humano, os meses, os anos, os séculos como uma seta lançada que os atravessa, orientando-os para a meta da segunda vinda de Cristo. O domingo prefigura o dia final, o da «Parusia», já antecipada de algum modo pela glória de Cristo no acontecimento da Ressurreição. De facto, tudo aquilo que suceder até ao fim do mundo será apenas uma expansão e explicitação do que aconteceu no dia em que o corpo do Crucificado ressuscitou pela força do Espírito e se tornou, por sua vez, a fonte do Espírito para a humanidade. Por isso, o cristão sabe que não deve esperar outro tempo de salvação, visto que o mundo, qualquer que seja a sua duração cronológica, já vive no «último tempo». Não só a Igreja, mas o próprio universo e a história são continuamente dominados e guiados por Cristo glorificado. É esta energia de vida que impele a criação — está «em gemido e sofrido as dores do parto, até ao presente» (Romanos 8, 22) — para a meta do seu pleno resgate. Deste caminho, [...] os cristãos possuem a chave de interpretação e a certeza dele, constituindo a santificação do domingo um testemunho significativo que eles são chamados a dar, para que os tempos do ser humano sejam sempre sustentados pela esperança.



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            Laboratório da fé celebrada, 2013
            Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 13.12.13 | Sem comentários

            NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


            «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

            Domingo, DIA DA LUZ

            Texto de reflexão para o segundo domingo de Advento

              74. «No cristianismo, o tempo tem uma importância fundamental. Dentro da sua dimensão, foi criado o mundo; no seu âmbito se desenrola a história da salvação, que tem o seu ponto culminante na ‘plenitude do tempo’ da Encarnação e a sua meta no regresso glorioso do Filho de Deus no fim dos tempos. Em Jesus Cristo, Verbo encarnado, o tempo torna-se uma dimensão de Deus, que em Si mesmo é eterno». À luz do Novo Testamento, os anos da existência terrena de Cristo constituem realmente o centro do tempo. Este centro tem o seu ápice na ressurreição. Com efeito, se é verdade que Ele é Deus feito homem desde o primeiro instante da conceção no seio da Virgem Santa, é verdade também que somente com a ressurreição é que a sua humanidade foi totalmente transfigurada e glorificada, revelando assim plenamente a sua identidade e glória divina. No discurso feito na sinagoga de Antioquia da Pisídia (cf. Atos 13, 33), Paulo aplica precisamente à ressurreição de Cristo a afirmação do Salmo (2, 7): «Tu és meu Filho, Eu hoje Te gerei». [...] «Cristo é o Senhor do tempo; é o seu princípio e o seu cumprimento; cada ano, cada dia, e cada momento ficam abraçados pela sua Encarnação e Ressurreição, reencontrando-se assim na ‘plenitude do tempo’».



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              Laboratório da fé celebrada, 2013
              Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 6.12.13 | Sem comentários

              NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


              «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

              Domingo, DIA DA LUZ

              Texto de reflexão para o primeiro domingo de Advento

                76. Se o dia do Senhor, com o seu ritmo semanal, está radicado na tradição mais antiga da Igreja e é de importância vital para o cristão, muito cedo também começou a afirmar-se um outro ritmo: o ciclo anual. Na realidade, é próprio da psicologia humana celebrar os aniversários, associando à repetição das datas e das estações a lembrança de acontecimentos passados. [...] É normal que a sua ocorrência gere um clima de festa que vem quebrar a monotonia dos dias.
                77. A mesma lógica presidiu à estruturação de todo o ano litúrgico. Como recorda o II Concílio do Vaticano, a Igreja quis distribuir «todo o mistério de Cristo pelo correr do ano, da Encarnação e Nascimento à Ascensão, ao Pentecostes, à expetativa da feliz esperança e da vinda do Senhor. Com esta recordação dos mistérios da Redenção, a Igreja oferece aos fiéis as riquezas das obras e merecimentos do seu Senhor, a ponto de os tornar como que presentes em todo o tempo, para que os fiéis, em contacto com eles, se encham de graça». A celebração mais solene depois da Páscoa e do Pentecostes é, sem dúvida, o Natal do Senhor, quando os cristãos meditam o mistério da Encarnação e contemplam o Verbo de Deus que Se digna assumir a nossa humanidade para nos tornar participantes da sua divindade.



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                Laboratório da fé celebrada, 2013
                Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 29.11.13 | Sem comentários

                NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


                «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

                Domingo, DIA DA FÉ

                Texto de reflexão para o trigésimo quarto domingo

                  38. Deste ponto de vista, se o domingo é o dia da fé, é igualmente o dia da esperança cristã. De facto, a participação na «ceia do Senhor» é antecipação do banquete escatológico das «núpcias do Cordeiro» (Apocalipse 19, 9). A comunidade cristã, ao celebrar o memorial de Cristo, ressuscitado e elevado ao céu, revigora a sua esperança na «vinda gloriosa de Jesus Cristo nosso Salvador». A esperança cristã, vivida e alimentada com este intenso ritmo semanal, torna-se fermento e luz precisamente da esperança humana. Por isso, na oração «universal», enumeram-se juntamente as necessidades não só daquela comunidade cristã, mas da humanidade inteira; a Igreja, reunida na Celebração eucarística, testemunha ao mundo que assume «as alegrias e as esperanças, as tristezas e as angústias dos homens de hoje, sobretudo dos pobres e de todos aqueles que sofrem». E, coroando com a oferta eucarística do domingo o testemunho que, todos os dias da semana, os seus filhos, empenhados no trabalho e nos vários compromissos da vida, se esforçam por oferecer com o anúncio do Evangelho e a prática da caridade, a Igreja manifesta com maior evidência ser «sacramento, ou sinal, e instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o género humano».



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                  Laboratório da fé celebrada, 2013
                  Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 22.11.13 | Sem comentários

                  NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


                  «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

                  Domingo, DIA DA FÉ

                  Texto de reflexão para o trigésimo terceiro domingo

                    1. O dia do Senhor [...] é o dia da evocação adorante e grata do primeiro dia do mundo e, ao mesmo tempo, da prefiguração, vivida na esperança, do «último dia», quando Cristo vier na glória (cf. Atos dos Apóstolos 1, 11; 1Tessalonicenses 4, 13-17) e renovar todas as coisas (cf. Apocalipse 21, 5).
                    37. [...] Domingo a domingo, a Igreja vai avançando para o último «dia do Senhor», o domingo sem fim. Na verdade, a expetativa da vinda de Cristo está incluída no mesmo mistério da Igreja e faz-se visível em cada celebração eucarística. Mas, o dia do Senhor, com a sua memória específica da glória de Cristo ressuscitado, evoca, com maior intensidade também, a glória futura do seu «regresso». Isto faz do domingo o dia em que a Igreja, manifestando com mais clareza o seu carácter «esponsal», antecipa de algum modo a realidade escatológica da Jerusalém celeste. Ao reunir os seus filhos na assembleia eucarística e educá-los para a expectativa do «Esposo divino», ela realiza uma espécie de «exercício do desejo», no qual saboreia antecipadamente a alegria dos novos céus e da nova terra, quando a cidade santa, a nova Jerusalém, descer do céu, de junto de Deus, «bela como uma esposa que se ataviou para o seu esposo» (Apocalipse 21, 2).



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                    Laboratório da fé celebrada, 2013
                    Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 15.11.13 | Sem comentários

                    NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


                    «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

                    Domingo, DIA DA FÉ

                    Texto de reflexão para o trigésimo segundo domingo

                      6. Hoje é mais necessário do que nunca recuperar as profundas motivações doutrinais que estão na base do preceito eclesial, para que apareça bem claro a todos os fiéis o valor imprescindível do domingo na vida cristã. Agindo assim, prosseguimos no rasto da tradição perene da Igreja, evocada firmemente pelo II Concílio do Vaticano quando ensinou que, ao domingo, «os fiéis devem reunir-se para participarem na Eucaristia e ouvirem a palavra de Deus, e assim recordarem a Paixão, Ressurreição e glória do Senhor Jesus e darem graças a Deus que os ‘regenerou para uma esperança viva pela Ressurreição de Jesus Cristo de entre os mortos’ (1Pedro 1, 3)».
                      7. [...] Abramos o nosso tempo a Cristo, para que Ele possa iluminá-lo e dirigi-lo. É Ele quem conhece o segredo do tempo e o segredo da eternidade, e nos entrega o «seu dia», como um dom sempre novo do seu amor. Há de se implorar a graça da descoberta sempre mais profunda deste dia, não só para viver em plenitude as exigências próprias da fé, mas também para dar resposta concreta aos anseios íntimos e verdadeiros existentes em todo o ser humano. O tempo dado a Cristo, nunca é tempo perdido, mas tempo conquistado para a profunda humanização das nossas relações e da nossa vida.



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                      Laboratório da fé celebrada, 2013
                      Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 8.11.13 | Sem comentários

                      NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


                      «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

                      Domingo, DIA DA FÉ

                      Texto de reflexão para o trigésimo primeiro domingo

                        4. [...] Infelizmente, quando o domingo perde o significado original e se reduz a puro «fim de semana», pode acontecer que o ser humano permaneça cerrado num horizonte tão restrito, que não mais lhe permite ver o «céu». Então, mesmo bem trajado, torna-se intimamente incapaz de «festejar». Aos discípulos de Cristo, contudo, é-lhes pedido que não confundam a celebração do domingo, que deve ser uma verdadeira santificação do dia Senhor, com o «fim de semana» entendido fundamentalmente como tempo de mero repouso ou de diversão. Urge uma autêntica maturidade espiritual, que ajude os cristãos a «serem eles próprios», plenamente coerentes com o dom da fé, sempre prontos a mostrar a esperança neles depositada. Isto implica também uma compreensão mais profunda do domingo, para poder vivê-lo, inclusivamente em situações difíceis, com plena docilidade ao Espírito Santo.
                        5. [...] Talvez pela falta de fortes motivações de fé, regista-se uma percentagem significativamente baixa de participantes na liturgia dominical. Na consciência de muitos fiéis parece enfraquecer não só o sentido da centralidade da Eucaristia, mas até mesmo o sentido do dever de dar graças ao Senhor, rezando-Lhe unido com os demais no seio da comunidade eclesial.



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                        Laboratório da fé celebrada, 2013
                        Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 1.11.13 | Sem comentários

                        Mistério da fé! [4]


                        A assembleia é o sujeito da celebração litúrgica (cf. tema 3), da reunião festiva dos cristãos. Esta concretiza-se no tempo e no espaço: o onde e o quando, o lugar e o dia, são fundamentais para tornar real a celebração. «Quando celebrar?». Vamos procurar a resposta! [Para ajudar a compreender melhor, ler: Salmo 34 (33); Catecismo da Igreja Católica, números 1163 a 1178]

                        «Em todo o tempo, bendirei o Senhor; 

                        o seu louvor estará sempre na minha boca»

                        — canta o salmista, para deixar claro que todos os momentos são uma oportunidade para louvar, aclamar, bendizer, dar graças a Deus.

                        Liturgia: quando celebrar?

                        A resposta genérica é simples: sempre. «Em todo o tempo» («a toda a hora») se manifesta o «hoje» da ação de Deus. O cristão não pode condicionar a celebração da presença de Deus. Contudo, é possível assinalar o carácter (mais) solene de determinados dias ao longo do ano.

                        Domingo

                        «O dia do Senhor — como foi definido o domingo, desde os tempos apostólicos —, mereceu sempre, na história da Igreja, uma consideração privilegiada devido à sua estreita conexão com o próprio núcleo do mistério cristão. O domingo, de facto, recorda, no ritmo semanal do tempo, o dia da ressurreição de Cristo. É a Páscoa da semana, na qual se celebra a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, o cumprimento n’Ele da primeira criação e o início da ‘nova criação’. É o dia da evocação adorante e grata do primeiro dia do mundo e, ao mesmo tempo, da prefiguração, vivida na esperança, do ‘último dia’, quando Cristo vier na glória e renovar todas as coisas» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» — «Dies Domini», 1). [A leitura na íntegra desta Carta Apostólica permite compreender melhor a centralidade do domingo]

                        Ano Litúrgico

                        «Depois de alguns anos — bastantes seguramente —, alguma das comunidades começou a celebrar, além do encontro dos domingos, um encontro anual especial, nos dias da Páscoa judaica, para recordar e comemorar, não já a libertação do Egito, mas a vida nova de Jesus. E assim terá nascido a Vigília Pascal, a primeira celebração do que hoje se chama Ano Litúrgico. Esta Vigília, que dura toda a noite, depressa será precedida por um jejum de dois dias, a sexta e o sábado, como preparação para a alegria da festa; e será a Eucaristia da Páscoa que marcará o final do jejum. Tempos depois, em Jerusalém, os cristãos começaram a reunir-se no lugar do Calvário para ler a Paixão e recordar os últimos momentos de Jesus, e assim nascerá a celebração da Sexta-feira Santa. Esta celebração cristã básica, que cada ano muda de dia, segundo o calendário lunar que os judeus seguiam (a Páscoa é no domingo seguinte à primeira lua cheia da primavera) dará lugar aos dois primeiros ‘tempos litúrgicos’: cinquenta dias que alongam a festa da Páscoa (o Tempo Pascal) e quarenta dias que a preparam (a Quaresma). Pelo meio, vão-se fixando também comemorações concretas: o Domingo de Ramos, a Quinta-feira Santa, a Ascensão, o Pentecostes. A partir do ano 300, começamos a ter notícia de outro grupo de celebrações: as que giram à volta do nascimento de Jesus. A primeira conhecida é uma festa, a 6 de janeiro, que celebra a manifestação do Filho de Deus, uma festa especialmente relevante no Oriente. No ano 354, aparece, num calendário elaborado pelo calígrafo Dionísio Filócalo, esta anotação: ‘25 de dezembro: Nascimento do Sol Invicto. Nasce Cristo em Belém de Judá’. Em 25 de dezembro, era a festa romana do nascimento do sol, quando o sol vence a obscuridade e os dias começam a crescer: neste dia, os cristãos começaram a celebrar o nascimento do Sol verdadeiro, Jesus. Um pouco depois, iniciaram também um tempo de preparação que, no século VI, ficou fixado em quatro domingos: o tempo do Advento» (Josep Lligadas, «Celebrar o Ano Litúrgico», ed. Paulinas, Lisboa 2001, 8-10).

                        Santos

                        «Celebrando a memória dos santos, em primeiro lugar da Santa Mãe de Deus, depois dos Apóstolos, dos mártires e dos outros santos, em dias fixos do ano litúrgico, a Igreja da terra manifesta a sua união à liturgia celeste; glorifica Cristo por ter realizado a salvação nos seus membros glorificados; o exemplo deles é para ela um estímulo no seu peregrinar para o Pai» (Catecismo da Igreja Católica, 1195).

                        Liturgia das Horas

                        O Catecismo da Igreja Católica chama-lhe «Ofício divino [...], a oração pública da Igreja» (1174), «destinada a tornar-se a oração de todo o povo de Deus» (1175). Divide-se em «sete horas»: Ofício de Leitura (madrugada); Laudes (início da manhã); Tércia (9h); Sexta (12h); Noa (15h); Vésperas (fim da tarde); Completas (noite).






                        Reflexões semanais sobre a «fé celebrada» (liturgia e Sacramentos) — Laboratório da fé, 2013
                        Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 30.10.13 | Sem comentários

                        NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


                        «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

                        Domingo, DIA DA FÉ

                        Texto de reflexão para o trigésimo domingo

                          4. Ninguém desconhece que, num passado relativamente recente, a «santificação» do domingo era facilitada, nos países de tradição cristã, por uma ampla participação popular e, inclusive, pela organização da sociedade civil, que previa o descanso dominical como ponto indiscutível na legislação relativa às várias atividades laborativas. Hoje, porém, mesmo nos países onde as leis sancionam o caráter festivo deste dia, a evolução das condições sócio-económicas acabou por modificar profundamente os comportamentos coletivos e, consequentemente, a fisionomia do domingo. Impôs-se amplamente o costume do «fim de semana», entendido como momento semanal de distensão, transcorrido, talvez, longe da morada habitual e caracterizado, com frequência, pela participação em atividades culturais, políticas e desportivas, cuja realização coincide precisamente com os dias festivos. Trata-se de um fenómeno social e cultural que não deixa, por certo, de ter elementos positivos, na medida em que pode contribuir, no respeito de valores autênticos, para o desenvolvimento humano e o progresso no conjunto da vida social. Isto é devido, não só à necessidade do descanso, mas também à exigência de «festejar» que está dentro do ser humano.



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                          Laboratório da fé celebrada, 2013
                          Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 25.10.13 | Sem comentários

                          NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


                          «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

                          Domingo, DIA DA FÉ

                          Texto de reflexão para o vigésimo nono domingo

                            30. [...] Um autor oriental, do início do século III, conta que em toda a região os crentes, já então, santificavam regularmente o domingo. A prática espontânea tornou-se norma sancionada juridicamente: o dia do Senhor ritmou a história da Igreja. Como se poderia pensar que deixe de marcar o seu futuro? Os problemas que, no nosso tempo, podem tornar mais difícil a prática do dever dominical, não deixam de sensibilizar a Igreja permanecendo maternalmente atenta às condições de cada um dos seus filhos. De modo particular, sente-se chamada a um novo esforço catequético e pastoral, para que nenhum deles, nas condições normais de vida, fique privado do abundante fluxo de graças que a celebração do dia do Senhor traz consigo. Dentro do mesmo espírito, tomando posição acerca de hipóteses de reforma do calendário eclesial em concomitância com variações dos sistemas do calendário civil, o II Concílio Ecuménico do Vaticano declarou que a Igreja «só não se opõe àqueles que conservem a semana de sete dias, e com o respetivo domingo». No limiar do terceiro Milénio, a celebração do domingo cristão, pelos significados que evoca e as dimensões que implica, relativamente aos fundamentos mesmos da fé, permanece um elemento qualificante da identidade cristã.



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                            Laboratório da fé celebrada, 2013
                            Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 18.10.13 | Sem comentários

                            NÃO PODEMOS VIVER SEM O DOMINGO!


                            «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».


                            Domingo, DIA DA FÉ

                            Texto de reflexão para o vigésimo oitavo domingo

                              1. O dia do Senhor — como foi definido o domingo, desde os tempos apostólicos —, mereceu sempre, na história da Igreja, uma consideração privilegiada [...].
                              29. Por todas as dimensões que o caracterizam, o domingo revela-se como o dia da fé por excelência. Nele, o Espírito Santo, «memória» viva da Igreja (cf. João 14, 26), faz da primeira manifestação do Ressuscitado um evento que se renova no «hoje» de cada um dos discípulos de Cristo. Encontrando-O na assembleia dominical, os crentes sentem-se interpelados como o apóstolo Tomé: «Chega aqui o teu dedo e vê as minhas mãos; aproxima a tua mão e mete-a no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente» (Jo 20, 27). Sim, o domingo é o dia da fé. Salienta-o o facto de a liturgia dominical, como de resto a das solenidades litúrgicas, prever a profissão de fé. O «Credo», recitado ou cantado, põe em relevo o carácter batismal e pascal do domingo, fazendo deste o dia em que, por título especial, o batizado renova a própria adesão a Cristo e ao seu Evangelho, numa consciência mais viva das promessas batismais. Acolhendo a Palavra e recebendo o Corpo do Senhor, ele contempla Jesus ressuscitado, presente nos «sinais sagrados», e confessa com o apóstolo Tomé: «Meu Senhor e meu Deus!» (João 20, 28).



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                              Laboratório da fé celebrada, 2013
                              Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 11.10.13 | Sem comentários

                              O DIA DO SENHOR


                              «Valorizar o domingo como centro de todo o ano litúrgico» — é o primeiro objetivo apresentado no programa pastoral (2013+14) da Arquidiocese de Braga. Com o intuito de «valorizar» o domingo, acompanhando os tempos litúrgicos, propomos um tema a partir da releitura da Carta Apostólica sobre a santificação do domingo — «O dia do Senhor» («Dies Domini»). Este itinerário tem como tema geral: «Não podemos viver sem o domingo!».

                              • Domingo, dia da — até ao fim do Ano Litúrgico C > > >
                              • Domingo, dia da Luz — Advento e Natal > > >
                              • Domingo, dia do Batismo> > >
                              • Domingo, dia da Palavra — do Batismo de Jesus até ao início da Quaresma > > >
                              • Domingo, dia de Oração — Quaresma > > >
                              • Domingo, dia da Ressurreição — Páscoa > > >
                              • Domingo, dia da Igreja > > >
                              • Domingo, dia de Descanso > > >
                              • Domingo, dia de Solidariedade > > >



                              • Não podemos viver sem o domingo! — textos publicados no Laboratório da fé > > >



                              O ponto de partida deste itinerário é retirado da mensagem de Dom Jorge Ortiga, Arcebispo, para este ano pastoral.: «[...] Porque acreditamos, desejamos celebrar a nossa fé neste Ano Litúrgico, uma vez que 'onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, Eu estou no meio deles!' (Mateus 18, 20). A liturgia não é outra coisa senão o celebrar a mesma fé em comunidade, na qual atualizamos a eficácia salvífica do mistério pascal de Cristo. Aliás, as ações litúrgicas não são meras ações privadas dos fiéis, mas celebrações reguladas pela Igreja, que é 'sacramento da unidade'. E de entre as diversas ações litúrgicas, há uma que, sem dúvida, se sobressai: a Eucaristia, pois nela se enaltece de um modo mais evidente a presença de Cristo, autêntico dom eucarístico, o qual nos 'comunica a própria vida divina'. Daí que, gostaria de recordar, toda a ação litúrgica, para ser bem celebrada, requer uma boa preparação a fim de ser verdadeiramente simples e bela. [...] A propósito, gostaria de recuperar uma música de um dos nossos compositores (M. Faria), na qual se diz na estrofe: 'Ir da missa para casa sem a Jesus receber, é como ter a mesa posta e recusar-se a comer!'. Sem o alimento eucarístico que sustenta a vida cristã, não teremos forças para exercer a caridade junto dos mais necessitados (Ano Social 2014-15). [...] Não se esqueçam: não podemos viver sem o Domingo!».

                              Laboratório da fé celebrada, 2013
                              Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 6.10.13 | Sem comentários
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