Mistério da fé! [32]


Há dois sacramentos cuja finalidade principal está orientada para a salvação dos outros, para o serviço aos outros: são a Ordem e o Matrimónio. A estes podemos chamar de Sacramentos ao serviço da Comunidade ou Sacramentos ao serviço da Comunhão. [Para ajudar a compreender melhor, ler: 1João 4, 7-21; Catecismo da Igreja Católica (CIC), números 1533 a 1535]

«Amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus»

— insiste a Primeira Carta de João. O mandamento do amor ajuda-nos a entender o sentido profundo do serviço aos outros dado a conhecer através dos sacramentos da Ordem e do Matrimónio. O fundamento primordial da vocação cristã é «um amor sem reservas que nos precede, sustenta e chama ao longo do caminho da vida e que tem a sua raiz na gratuidade absoluta de Deus. [...] Na realidade, a medida alta da vida cristã consiste em amar ‘como’ Deus; trata-se de um amor que, no dom total de si, se manifesta fiel e fecundo. À prioresa do mosteiro de Segóvia, que fizera saber a São João da Cruz a pena que sentia pela dramática situação de suspensão em que ele então se encontrava, este santo responde convidando-a a agir como Deus: ‘A única coisa que deve pensar é que tudo é predisposto por Deus; e onde não há amor, semeie amor e recolherá amor’ (Epistolário, 26). Neste terreno de um coração em oblação, na abertura ao amor de Deus e como fruto deste amor, nascem e crescem todas as vocações. E é bebendo nesta fonte durante a oração, através duma familiaridade assídua com a Palavra e os Sacramentos, nomeadamente a Eucaristia, que é possível viver o amor ao próximo, em cujo rosto se aprende a vislumbrar o de Cristo Senhor (cf. Mateus 25, 31-46)» (Bento XVI, Mensagem para o 49.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações).

Sacramentos

Os sacramentos não existem para nos sentirmos bem, para uma satisfação pessoal. Os sacramentos servem «para nos tornarmos, nós mesmos, um sacramento, um sinal. Recebendo os sacramentos queremos identificar-nos cada vez mais com Cristo. E isso para podermos ser um sinal de Cristo no mundo através do nosso testemunho de vida, pelas nossas atitudes e palavras. Para podermos, com Cristo, ser sinal do Reino» (José Ribólla, «Os Sacramentos trocados em miúdo», Editora Santuário, Aparecida 1990, 29). Além disso, os sacramentos respondem às situações fundamentais e concretas da vida humana: «ao começo de uma vida nova (Batismo), ao crescimento na maturidade e opção por um projeto ideal de vida (Confirmação), ao alimento contínuo da vida (Eucaristia), ao peso e à dor do pecado e da culpa (Penitência), ao momento do sofrimento (Unção dos Enfermos), à comunidade de amor e de vida (Matrimónio) e ao serviço consagrado aos outros irmãos (Ordem). Os sacramentos assumem, pois, as situações mais importantes da vida humana e santificam-nas para fazermos da nossa vida uma história de salvação em Cristo. Cada sacramento santifica a situação que assume» (Manuel Pelino - António Marto, «Caminho para a vida. Catequese para o Povo de Deus: 2, Secretariado Nacional da Educação Cristã, Lisboa 1993, 209).
[Para completar o significado do termo «sacramento» ler os temas 6, 7 e 23].

Serviço da Comunidade

«Os três Sacramentos do Batismo, da Confirmação e da Eucaristia, juntos, constituem o mistério da ‘iniciação cristã’, um único e grande acontecimento de graça que nos regenera em Cristo. Esta é a vocação fundamental que irmana todos na Igreja [...]. Além disso, há dois Sacramentos que correspondem a duas vocações específicas: eles são o da Ordem e do Matrimónio. Eles constituem dois caminhos grandiosos através dos quais o cristão pode fazer da própria vida um dom de amor, a exemplo e no nome de Cristo, cooperando assim para a edificação da Igreja» (Francisco, Audiência Geral de 26 de março de 2014). Ambos «são instituídos para os outros. Ninguém é simplesmente ordenado para si mesmo, como ninguém entra no estado matrimonial apenas para proveito próprio. Os sacramentos da Ordem e do Matrimónio visam a construção do Povo de Deus, isto é, eles são um canal através do qual Deus faz o amor fluir para o mundo» (Catecismo Jovem da Igreja Católica [YOUCAT], 248).

«A vocação é um fruto que amadurece no terreno bem cultivado do amor uns aos outros que se faz serviço recíproco [...]. Nenhuma vocação nasce por si, nem vive para si. A vocação brota do coração de Deus e germina na terra boa do povo fiel, na experiência do amor fraterno» (Francisco, Mensagem para o 51.º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, 11 de maio de 2014).






Reflexões semanais sobre a «fé celebrada» (liturgia e Sacramentos) — Laboratório da fé, 2014
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 22.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 30: «A necessidade de um cunho bíblico em toda e qualquer forma de culto é hoje algo sentida, como um postulado geral da piedade cristã. O progresso dos estudos bíblicos, a crescente difusão das Sagradas Escrituras e, sobretudo, o exemplo da tradição e a íntima moção do Espírito, orientam os cristãos do nosso tempo para servir-se cada dia mais da Bíblia, qual livro fundamental de oração e para tirar dela genuína inspiração e modelos insuperáveis. O culto à bem-aventurada Virgem Maria não pode ser eximido a esta orientação geral da piedade cristã (DV 25); antes pelo contrário, deve ele inspirar-se particularmente em tal orientação, para adquirir novo vigor e dela tirar seguro proveito».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Contemplar os mistérios da Salvação. «O Rosário da bem-aventurada Virgem Maria consta […] da contemplação, em comunhão com Maria, de uma série de mistérios da Salvação, sapientemente distribuídos em três ciclos que exprimem: o gozo dos tempos messiânicos; a dor ‘salvífica’ de Cristo; e a glória do divino Ressuscitado que inunda a Igreja. Uma tal contemplação, pela sua natureza, conduz à reflexão prática e suscita estimulantes normas de vida» (Paulo VI, MC 49).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Analogia com o Saltério. « O Rosário da Virgem Maria consta […] da sucessão litânica da Ave-Maria, que resulta composta da saudação do Anjo à Virgem Santíssima e do bendizente obséquio de Isabel, ao que se segue a súplica eclesial Santa Maria. A série continuada das Ave-Marias é uma característica peculiar do Rosário, e o seu número, na forma típica e plenária de cento e cinquenta, apresenta uma tal ou qual analogia com o Saltério e é um dado que remonta à própria origem do piedoso exercício» (Paulo VI, MC 49).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
O Pai nosso e a Glória. Cada mistério começa com «a Oração Dominical, Pai-Nosso, que, pelo seu imenso valor, está na base da oração cristã e a nobilita nas suas diversas expressões». E termina com «a Glória ao Pai, que, em conformidade com uma orientação generalizada da piedade cristã, encerra a oração com a glorificação de Deus, uno e trino, do qual, pelo qual e para o qual são todas as coisas» (Paulo VI, MC 49).

  • QUARTO MISTÉRIO
A riqueza e variedade do Rosário. «Cada um dos elementos do Rosário tem a sua índole própria, que, acertadamente compreendida e apreciada, deve refletir-se na recitação, a fim de que o mesmo Rosário exprima toda a sua riqueza e variedade. Essa recitação, por conseguinte, tornar-se-á: grave e implorante, na Oração Dominical; lírica e laudativa, no transcorrer calmo das Ave-Marias; contemplativa, na reflexão atenta sobre os mistérios; e adorante na doxologia» (Paulo VI, MC 49).

  • QUINTO MISTÉRIO
Rezar a sós, em família, em grupo. A riqueza e variedade há de notar-se também «em todas as maneiras como costuma ser recitado o Rosário: quer privadamente, recolhendo-se aquele que ora na intimidade com o Senhor; quer comunitariamente, em família ou por vários fiéis reunidos em grupo, para criar condições para uma particular presença do Senhor (cf. Mateus 18,20), ou, ainda, publicamente, em assembléias para as quais é convocada qualquer comunidade eclesial» (Paulo VI, MC 49).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 22 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 22.5.14 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO SEXTO DE PÁSCOA

25 DE MAIO DE 2014


Atos dos Apóstolos 8, 5-8.14-17

Naqueles dias, Filipe desceu a uma cidade da Samaria e começou a pregar o Messias àquela gente. As multidões aderiam unanimemente às palavras de Filipe, ao ouvi-las e ao ver os milagres que fazia. De muitos possessos saíam espíritos impuros, soltando enormes gritos, e numerosos paralíticos e coxos foram curados. E houve muita alegria naquela cidade. Quando os Apóstolos que estavam em Jerusalém ouviram dizer que a Samaria recebera a palavra de Deus, enviaram-lhes Pedro e João. Quando chegaram lá, rezaram pelos samaritanos, para que recebessem o Espírito Santo, que ainda não tinha descido sobre eles: só estavam baptizados em nome do Senhor Jesus. Então impunham-lhes as mãos e eles recebiam o Espírito Santo.



Impunham-lhes as mãos e eles recebiam o Espírito Santo


O fragmento proclamado no sexto domingo de Páscoa (Ano A), retirado do livro dos Atos dos Apóstolos, mostra-nos a missão que Filipe realiza na região da Samaria. Recordemos que os samaritanos eram desprezados pelos judeus, embora apareçam de forma muito positiva nos relatos evangélicos (a parábola do bom samaritano ou o diálogo de Jesus com a mulher samaritana). O que os dois discípulos de Emaús usam para explicar quem é Jesus ao desconhecido que faz caminho com eles — «Jesus de Nazaré, profeta poderoso em obras e palavras diante de Deus e de todo o povo» (Lucas 24, 19) — é o que distingue a tarefa evangelizadora de Filipe: «As multidões aderiam unanimemente às palavras de Filipe, ao ouvi-las e ao ver os milagres que fazia». A proclamação do Evangelho de Jesus traz salvação — «foram curados» — e alegria às pessoas.
Os apóstolos residentes em Jerusalém enviam dois representantes — Pedro e João — para confirmar que o Espírito de Deus atua efetivamente na Samaria. Aí, impõem as mãos aos samaritanos para mostrar, com um sinal, que o Espírito é o selo que confirma o batismo em nome de Jesus. Na história da Igreja este rito converter-se-á em sacramento da confirmação, embora aqui seja visto como um Pentecostes em miniatura, que sela a fundação da Igreja da Samaria, já que o Espírito, promessa de Jesus, é a alma da comunidade messiânica que é a Igreja.

© Joan Ferrer, Misa dominical
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2014
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Preparar o domingo sexto de Páscoa (Ano A), no Laboratório da fé, 2014

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 21.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus» [MC]), 28: «O amor pela Igreja traduzir-se-á em amor para com Maria, e vice-versa, pois uma não pode subsistir sem a outra, como perspicazmente observava São Cromácio de Aquiléia: ‘Reuniu-se a Igreja na parte superior (do cenáculo), com Maria que foi a Mãe de Jesus e com os irmãos d'Ele. Não se pode, portanto, falar de Igreja senão quando estiver aí Maria, Mãe do Senhor, com os irmãos d'Ele’. A concluir, insistimos ainda na necessidade de que a veneração dirigida à bem-aventurada Virgem Maria torne explícito o seu intrínseco conteúdo eclesiológico: isto equivale a dizer, lançar mão de uma força capaz de renovar, salutarmente, formas e textos».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
A contemplação. «A necessidade de recordar, ao lado do elemento laudativo e deprecatório, a importância de outro elemento essencial do Rosário: a contemplação. Sem esta, o Rosário é um corpo sem alma e a sua recitação corre o perigo de tornar-se uma repetição mecânica de fórmulas e de vir a achar-se em contradição com a advertência de Jesus: ‘Nas vossas orações, não useis de vãs repetições, como os gentios, porque imaginam que é pelo palavreado excessivo que serão ouvidos’ (Mateus 6, 7)» (Paulo VI, MC 47).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Rezar com calma. «Por sua natureza, a recitação do Rosário requer um ritmo tranquilo e uma certa demora a pensar, que favoreçam, naquele que ora, a meditação dos mistérios da vida do Senhor, vistos através do coração daquela que mais de perto esteve em contacto com o mesmo Senhor, e que abram o acesso às suas insondáveis riquezas» (Paulo VI, MC 47).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
A Liturgia e o Rosário não se podem contrapor nem equiparar. «As celebrações litúrgicas e o pio exercício do Rosário não se devem contrapor nem equiparar. Cada expressão de oração, na verdade, conseguirá ser tanto mais fecunda, quanto mais conservar a sua verdadeira natureza e a fisionomia que lhe é própria. Reafirmando, portanto, o valor proeminente dos atos litúrgicos, não será difícil reconhecer que o Rosário é um exercício de piedade que se harmoniza facilmente com a sagrada Liturgia» (Paulo VI, MC 48).

  • QUARTO MISTÉRIO
A dimensão comunitária da Liturgia e do Rosário. «Como a Liturgia, efetivamente, também o Rosário tem uma índole comunitária, se nutre da Sagrada Escritura e gravita em torno do mistério de Cristo. Depois, muito embora em planos essencialmente diversos, anamnese na Liturgia e memória contemplativa no Rosário têm por objeto os mesmos eventos ‘salvíficos’ realizados por Cristo» (Paulo VI, MC 48).

  • QUINTO MISTÉRIO
O Rosário como preparação ou eco da Liturgia. «O Rosário é um pio exercício que à Liturgia foi buscar a sua motivação. […] A meditação dos mistérios do Rosário, de facto, ao tornar familiares à mente e ao coração dos fiéis os mistérios de Cristo, pode constituir uma ótima preparação, e vir a ser, depois, um eco prolongado da celebração dos mesmos mistérios nos atos litúrgicos. É erro, todavia infelizmente, ainda a subsistir nalguns lugares, o recitar o Rosário durante a ação litúrgica» (Paulo VI, MC 48).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 21 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 21.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 28: «A ação da Igreja no mundo é como que um prolongamento da solicitude de Maria: aquele amor operoso de que a Virgem Santíssima dá mostras, realmente, em Nazaré, em casa de Isabel, em Caná e sobre o Gólgota, todos estes, momentos ‘salvíficos’ de vasto alcance eclesial, encontra a sua continuidade na preocupação materna da Igreja para que todos os homens cheguem ao conhecimento da verdade, nos seus cuidados para com os humildes, os pobres e os fracos, e na sua aplicação constante em favor da paz e da concórdia social, no seu prodigalizar-se, enfim, para que todos os homens tenham parte na Salvação que a morte de Cristo lhes mereceu».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
O Rosário, compêndio do Evangelho. «Já foi chamado ‘o compêndio de todo o Evangelho’: o Rosário, ou então o Terço de Nossa Senhora. [Os Papas] recomendaram a recitação do Rosário, favoreceram a sua difusão, ilustraram a sua natureza, reconheceram-lhe aptidão para desenvolver uma oração contemplativa, de louvor e simultaneamente de súplica, recordaram a sua conatural eficácia para promover a vida cristã e o empenho apostólico» (Paulo VI, MC 42).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
A inspiração evangélica do Rosário. «Apareceu numa luz mais viva a índole evangélica do Rosário, na medida em que se salientou que ele vai haurir ao Evangelho o enunciado dos mistérios e as fórmulas principais; no Evangelho se inspira, ainda, a sugestão para aquela atitude com que o fiel o deve recitar, a partir da jubilosa saudação do Anjo e do correspondente assentimento religioso da Virgem Maria» (Paulo VI, MC 44).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
O mistério de Jesus Cristo no Rosário. «A divisão dos mistérios do Rosário, não só coincide de maneira perfeita com a ordem cronológica dos factos, mas sobretudo reflete também o esquema do primitivo anúncio da fé e evoca o mistério de Cristo, daquele mesmo modo como ele é visto por São Paulo, no célebre ‘hino’ da Epístola aos Filipenses: despojamento, morte e exaltação (cf. 2, 6-11)» (Paulo VI, MC 45).

  • QUARTO MISTÉRIO
O Rosário orienta para Jesus Cristo. «Oração evangélica, centrada sobre o mistério da Encarnação redentora, o Rosário é, por isso mesmo, uma prece de orientação profundamente cristológica. Na verdade, o seu elemento mais característico, a repetição do ‘Alegra-te, Maria’, torna-se também ele, louvor incessante, a Cristo, objetivo último do anúncio do Anjo e da saudação da mãe do Batista: ‘bendito o fruto do teu ventre’ (Lucas 1,42)» (Paulo VI, MC 46).

  • QUINTO MISTÉRIO
O Rosário evoca a vida de Jesus Cristo. «Aquele Jesus que cada Ave-Maria relembra é o mesmo que a sucessão dos mistérios propõe, uma e outra vez, como Filho de Deus e da Virgem Santíssima; nascido numa gruta de Belém; apresentado pela mesma Mãe no Templo; um rapazinho ainda, a demonstrar-se cheio de zelo pelas coisas de seu Pai; depois, Redentor, agonizante no horto, flagelado e coroado de espinhos; a carregar a cruz e a morrer sobre o Calvário; por fim, ressuscitado da morte e elevado à glória do Pai, para efundir o dom do Espírito» (Paulo VI, MC 46).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 20 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 20.5.14 | Sem comentários

REZAR O DOMINGO SEXTO DE PÁSCOA

25 DE MAIO DE 2014


Evangelho segundo João 14, 15-21

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: «Se Me amardes, guardareis os meus mandamentos. E Eu pedirei ao Pai, que vos dará outro Paráclito, para estar sempre convosco: Ele é o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber, porque não O vê nem O conhece, mas que vós conheceis, porque habita convosco e está em vós. Não vos deixarei órfãos: voltarei para junto de vós. Daqui a pouco o mundo já não Me verá, mas vós ver-Me-eis, porque Eu vivo e vós vivereis. Nesse dia reconhecereis que Eu estou no Pai e que vós estais em Mim e Eu em vós. Se alguém aceita os meus mandamentos e os cumpre, esse realmente Me ama. E quem Me ama será amado por meu Pai e Eu amá-lo-ei e manifestar-Me-ei a ele».



Segunda, 19: A HORA É GRAVE

...



Terça, 20: ELE PEDE POR NÓS

....



Quarta, 21: UM PARÁCLITO

Jesus anuncia um «Paráclito», um defensor, um advogado. Isto sugere que, mergulhados no mundo, somos chamados a enfrentar um adversário. Mas Jesus não concretiza se este adversário vem do exterior ou do interior de cada um de nós. Neste extraordinário processo, em caminho para a verdade, não podemos contar apenas com as nossas próprias forças: temos necessidade do Espírito Santo. Então, volto-me para o «Paráclito», dizendo-lhe: «Vem Espírito de Deus, defende-me contra o adversário».



Quinta, 22: OS OLHOS DA FÉ

O Espírito é proposto a todos, mas nem todos o recebem. Alguns, diz-nos Jesus, não o podem receber porque não o veem. É uma grande responsabilidade para nós: Como abrir suficientemente os olhos da fé para acolher o Espírito? Como me desembaraçar das «viseiras» que me impedem de o ver? Hoje, vou treinar a capacidade de ver o Espírito que opera no coração do mundo. É reconhecendo que o Espírito atua no outro e em coisas que não compreendo que me tornarei capaz de o receber!



Sexta, 23: RESSUSCITADO, PRESENTE!

Jesus anuncia que voltará para junto de nós, que o veremos vivo. Uma vida que é contagiosa, pois faz-nos esta promessa: «Eu vivo e vós vivereis». Para vivermos, precisamos de fazer a experiência do Ressuscitado: Ele revela-se nas Escrituras, nos movimentos do nosso coração, nos sacramentos, nos outros... Com o poeta jesuíta Didier Rimaud, peçamos ao Senhor para vigiar em todas as frentes: «volta os nossos sentidos para o interior, força os nossos passos à aventura!». Então, eu viverei!



Sábado, 24: ABERTO À TRINDADE

Jesus pede ao Pai para enviar o Espírito. Jesus Cristo vem até nós. Está no Pai e em nós... Relações cruzadas! Mas, nas últimas frases deste evangelho, todas as relações se encontram na palavra «amor». Jesus está envolvido pela dinâmica de relações que designamos com uma palavra que pode parecer demasiado abstrata: a Trindade. O mistério trinitário não é uma maneira complicada de falar de Deus: é o seu convite a entrar na dança para ser eu nele e ele em mim! Hoje, posso retomar lentamente a exortação cristã por excelência — «em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo» — e entrar nas ligações que unem as pessoas da Trindade entre elas e comigo. O amor abre. É o traço da ressurreição na minha vida.



Domingo, 25: AMAR – MANDAMENTOS – AMAR

O evangelho começa e termina com palavras que não parecem andar muitas vezes juntas: mandamentos e amar. «Se Me amardes, guardareis os meus mandamentos». Nós sabemos que não nos podemos contentar em dizer «amo-te»; mas também sabemos o quanto é difícil permanecer fiéis. A última frase insiste: «Se alguém aceita os meus mandamentos e os cumpre, esse realmente Me ama». Contudo, a questão permanece: como fazer? Não nos inquietemos se não somos grandes místicos. Uma fidelidade tranquila, um simples desejo de servir os irmãos e de seguir Cristo, não significa receber os seus mandamentos e entrar no seu amor? É já um caminho que conduz de forma certeira à ressurreição.



© www.versdimanche.com
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2014

Rezar o domingo sexto de Páscoa (Ano A), no Laboratório da fé, 2014

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 19.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 28: «É necessário que os exercícios de piedade com que os fiéis exprimem a sua veneração para com a Mãe do Senhor, manifestem de modo mais claro o lugar que ela ocupa na Igreja […]. A chamada à atenção para os conceitos fundamentais expostos pelo II Concílio do Vaticano, sobre a natureza da Igreja, ‘Família de Deus’, ‘Povo de Deus’, ‘Reino de Deus’, ‘Corpo Místico de Cristo’ (LG 6, 7-8, 9-17), permitirá, na verdade, aos fiéis, reconhecerem mais prontamente qual a missão de Maria no mistério da mesma Igreja e qual o seu eminente lugar na Comunhão dos Santos. Além disto, far-lhes-á sentir mais intensamente a fraternidade que une entre si todos os fiéis: porque filhos da Virgem Maria, ‘para cuja geração e educação (espiritual) ela coopera com amor de mãe’ (LG 66), e porque filhos da Igreja, também, visto que ‘do seu parto nascemos, com o seu leite somos alimentados, e pelo seu Espírito somos vivificados’».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
A oração do «Angelus». A oração do «Angelus» «não tem necessidade de ser restaurada: a estrutura simples, o caráter bíblico, a origem histórica que a liga à invocação da paz, o ritmo quase litúrgico que santifica os diversos momentos do dia, a abertura para o Mistério Pascal, em virtude da qual, ao mesmo tempo que comemoramos a Encarnação do Filho de Deus, pedimos para ser conduzidos, ‘pela sua paixão e morte na Cruz, a glória da ressurreição’, fazem com que conserve inalterado o seu valor e o seu frescor» [Paulo VI, MC 41).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
O essencial da oração do «Angelus». «Alguns usos ligados com a recitação do ‘Angelus’ desapareceram ou dificilmente podem manter-se na vida moderna […]; mas trata-se de elementos marginais. Resta, pois, imutado o valor da contemplação do mistério da Encarnação do Verbo, da saudação à Virgem Santíssima e do recurso à sua misericordiosa intercessão» (Paulo VI, MC 41).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
A oração do «Angelus» ao longo do dia. «Não obstante terem mudado as condições dos tempos, permanecem invariados também, para a maior parte dos seres humanos, aqueles momentos característicos do dia, a manhã, o meio-dia e a tarde, que assinalam os tempos da sua atividade e constituem um convite a uma pausa de oração» (Paulo VI, MC 41).

  • QUARTO MISTÉRIO
«Angelus», oração simples mas importante. «Uma belíssima expressão da fé do povo é a ‘Hora da Ave Maria’. É uma oração simples que se reza nos três momentos característicos do dia que marcam o ritmo da nossa atividade quotidiana: de manhã, ao meio-dia e ao anoitecer. É, porém, uma oração importante; convido a todos a rezá-la com a Ave Maria. Lembra-nos de um acontecimento luminoso que transformou a história: a Encarnação, o Filho de Deus se fez homem em Jesus de Nazaré» (Francisco, Angelus de 26 de julho de 2013).

  • QUINTO MISTÉRIO
O «Regina caeli» durante a Páscoa. «Na oração do ‘Regina caeli’, que se recita neste tempo pascal em vez do ‘Angelus’, nós dirigimo-nos à Virgem convidando-a a alegrar-se porque Aquele que ela trouxe no seu seio ressuscitou. Maria guardou no seu coração a ‘boa nova’ da ressurreição, fonte e segredo da verdadeira alegria e da autêntica paz» (Bento XVI, Regina caeli de 17 de abril de 2006).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 19 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 19.5.14 | Sem comentários

Palavra para hoje: quinto domingo de páscoa


As palavras de Jesus Cristo ganham pleno sentido quando escutadas no tempo de Páscoa: «Eu sou o caminho, a verdade e a vida». Tudo foi dito e cumprido. O Deus revelado em Jesus Cristo, no qual acreditamos, não nos chama à existência para nos entregar ao sabor da sorte ou do azar. Ele tem um projeto para cada um de nós e para a humanidade inteira: faz-nos passar «das trevas para a sua luz admirável». Deus não telecomanda a Igreja. Ele quer que a Igreja seja criativa face às novas situações. E não é um Deus da uniformidade; é um Deus que faz de nós uma comunidade diversificada de crentes e de irmãos, homens e mulheres com a missão de prolongar as obras de Jesus Cristo e fazer aumentar «o número dos discípulos».

Pergunta da semana: 

Sinto-me chamado/a a prolongar as obras de Jesus Cristo?

Palavra de Deus - Lectio divina - imagem de fano
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 18.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 27: «Ouve-se afirmar, algumas vezes, que muitos textos de piedade moderna não refletem suficientemente toda a doutrina acerca do Espírito Santo. Cabe aos estudiosos verificar a justeza, ou não, dessa afirmação e aquilatar o seu alcance; a nós compete-nos exortar a todos, principalmente aos pastores e teólogos, a procurarem aprofundar a reflexão sobre a obra do Espírito na história da Salvação e a envidarem esforços no sentido de os textos de piedade cristã darem o devido relevo a sua ação vivificante. Desse aprofundamento emergirá, em particular, a misteriosa relação entre o Espírito de Deus e a Virgem de Nazaré e a ação de ambos sobre a Igreja: e dos dados da fé meditados mais profundamente derivar-se-á uma piedade vivida de maneira mais intensa».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana da Vida. «Maria é Rainha porque é Mãe do Rei e Senhor de todas as coisas. Com Ele partilha o Reino da paz, da justiça e da vida. ‘Ó Maria, aurora do mundo novo, Mãe dos viventes, confiamos-Vos a causa da vida: olhai, Mãe, para o número sem fim de crianças a quem é impedido nascer, de pobres para quem se torna difícil viver, de homens e mulheres vítimas de inumana violência’ (EV 105)» (Guião para a Semana da Vida, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
As ‘visitações’ de Deus. «É grande a densidade e a profundidade do mistério que a Igreja vive na evocação da Visitação de Maria a Isabel. […] A densidade e a profundidade está no facto de Maria tornar Deus presente, Deus faz-se homem. Esta ‘visitação’ é uma antecipação de todas as visitações que Deus feito ser humano, o Emanuel, continua a fazer, agora, em diferentes lugares, ambientes e modos» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1991).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Deus e Maria. «Através do acontecimento da Visitação, Deus quer dizer-nos alguma coisa. Deus uniu Maria com a sua presença no mundo, a sua ação no mundo, o seu ser Emanuel, Deus connosco. Maria é a mãe que o transporta no seu ventre e, depois, dá à luz na noite de Natal. Assim começa esta bela história humana e divina, divina e humana» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1991).

  • QUARTO MISTÉRIO
Agradecer a Maria. «Queremos agradecer a visitação de Maria ao longo deste mês; mas queremos também agradecer todas as visitações realizadas ao longo dos tempos e lugares, no coração de cada ser humano. Não saberemos medir a dimensão deste mistério e os frutos que produz, como aconteceu também no dia da primeira Visitação de Maria a Isabel» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1991).

  • QUINTO MISTÉRIO
Agradecer e viver com Maria. «Agradecemos a Maria todas as manifestações da sua bondade materna experimentadas ao longo deste mês. […] Agradecemos a Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, pela sua intercessão. Mas o dom mais precioso que nos dá é ela mesma. E, neste mês de maio, […] o seu mês predileto, podemos viver a sua simplicidade, a sua humildade, a sua beleza espiritual, a sua maternidade» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1990).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 18 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 18.5.14 | Sem comentários

CELEBRAR O DOMINGO QUINTO DE PÁSCOA

UMA LITURGIA SIMPLES E BELA

Apresentamos algumas sugestões para concretizar o fruto esperado deste ano pastoral: «uma liturgia simples e bela, sinal da comunhão entre Deus e os seres humanos».



O serviço às mesas

O texto dos Atos dos Apóstolos proposto para primeira leitura do quinto domingo de Páscoa (Ano A) põe em destaque, no percurso da Igreja nascente, que o caminho das obras do amor não pode ficar esquecido, nem internamente, na própria comunidade, nem muito menos nem exteriormente. E não é apenas uma atitude pessoal (que também é), mas tem de ser também uma solicitude organizada na comunidade. Diz-nos o texto que é por isso que nascem os denominados «diáconos», embora quando os vemos a agir damos conta que também eles fazem o mesmo que os apóstolos tinham dito que não podiam deixar de fazer: o ministério da pregação da palavra e a oração. Este é o tríplice ministério da missão a Igreja, em todos os tempos. Sem estes dois, a caridade ficaria esvaziada de sentido. A Palavra e o Sacramento dão sentido à Caridade.



Tempo de Páscoa

No tempo de Páscoa, celebramos a ressurreição de Jesus Cristo e, em caminho para a Ascenção e o Pentecostes, comemoramos os primeiros tempos da Igreja, quando os Apóstolos começam a organizar a vida da primeira comunidade cristã. Cada comunidade, para responder à sua missão, precisa de estar estruturado com diferentes ministérios. Fundada sobre a «pedra viva» que é Jesus Cristo, a comunidade torna-se «sacerdócio real» para louvar a Deus e anunciar o Evangelho, para dar a conhecer aos homens e mulheres o amor do Pai. O próprio Jesus Cristo nos revela esse amor que nos conduz ao Pai.



Arte de celebrar

ORAÇÃO EUCARÍSTICA. A Oração Eucarística é o coração da celebração: do prefácio à doxologia, somos convidados a uma ação de graças à volta do relato da instituição, que é precedido pela epiclese, a invocação do Espírito Santo, e seguido da anamnese, em que fazemos memória da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Depois, o presidente pede ao Pai que envie o Espírito Santo sobre a assembleia. Segue-se o momento da intercessão, centrado na comunhão dos santos: rezamos pelos vivos, a Igreja aqui e agora, e por aqueles e aquelas que nos precederam no caminho da fé. O Missal propõe várias orações eucarísticas: a escolha deve ser feita em função do tempo litúrgico e das leituras de cada domingo.



Fé celebrada com a comunidade

  • Em elaboração....



Fé celebrada com a catequese

  • Em elaboração....

© Laboratório da fé, 2014

Celebrar o domingo quinto de Páscoa (Ano A), no Laboratório da fé, 2014

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 17.5.14 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO QUINTO DE PÁSCOA JÚNIOR

18 DE MAIO DE 2014


Atos dos Apóstolos 6, 1-7

Naqueles dias, aumentando o número dos discípulos, os helenistas começaram a murmurar contra os hebreus, porque no serviço diário não se fazia caso das suas viúvas. Então os Doze convocaram a assembleia dos discípulos e disseram: «Não convém que deixemos de pregar a palavra de Deus, para servirmos às mesas. Escolhei entre vós, irmãos, sete homens de boa reputação, cheios do Espírito Santo e de sabedoria, para lhes confiarmos esse cargo. Quanto a nós, vamos dedicar-nos totalmente à oração e ao ministério da palavra». A proposta agradou a toda a assembleia; e escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito Santo, Filipe, Prócoro, Nicanor, Timão, Parmenas e Nicolau, prosélito de Antioquia. Apresentaram-nos aos Apóstolos e estes oraram e impuseram as mãos sobre eles. A palavra de Deus ia-se divulgando cada vez mais; o número dos discípulos aumentava consideravelmente em Jerusalém e obedecia à fé também grande número de sacerdotes.



Os Doze


São os Apóstolos (amigos especiais de Jesus)!!!
Eram os amigos mais próximos de Jesus.
Consegues adivinhar os seus nomes?
Depois de Judas Iscariotes, ter abandonado o grupo,
os outros (Onze) escolheram Matias para o substituir.


Impuseram as mãos


É um gesto que consiste em colocar, delicadamente, as mãos abertas sobre a cabeça de alguém.
Este gesto simboliza a transmissão de uma bênção recebida.
Sabias que ainda hoje os bispos impõem as mãos sobre os novos diáconos e padres?!
YOUCAT 255

© Liturgia diária júnior
© Laboratório da fé, 2014
A utilização ou publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor



Editora Paulus 2014



Além das explicações relativas às outras leituras do dia, 
neste domingo, a Liturgia diária júnior apresenta dois jogos: 
sopa de letras e o jogo das pedrinhas
Para assinar a revista podes entrar em contacto connosco ou visitar a página da Liturgia diária júnior.

Liturgia diária júnior



O «Laboratório da fé»® e a editora Paulus estabeleceram uma parceria que permite a divulgação na nossa página — www.laboratoriodafe.net — de alguns conteúdos da revista «Liturgia diária júnior», propriedade da editora. A revista apresenta novidades de acordo com cada mês e tempo litúrgico, tendo como base a seguinte estrutura: Pequeno Missal (o ritual da missa); Liturgia dominical (todas as leituras e evangelho com comentários e explicações); Pequena escola da fé (uma breve catequese sobre temas relevantes da liturgia, da fé e da vida cristã); Suplemento para educadores (breves indicações destinadas aos pais, catequistas e educadores com sugestões de aprofundamento e de como utilizar melhor o conteúdo da revista).



Liturgia diária júnior


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 17.5.14 | Sem comentários

FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 26: «Ao Espírito Santo atribuíam a fé, a esperança e a caridade que animaram o coração da Virgem Santíssima, bem como a força que manteve a sua adesão à vontade de Deus e o vigor em que se apoiou a sua ‘compaixão’ aos pés da Cruz. Anotaram também no cântico profético de Maria (cf. Lucas 1, 46-55) um particular influxo daquele mesmo Espírito que havia falado pela boca dos profetas. E, ao considerarem, enfim a presença da Mãe de Jesus no Cenáculo, onde o Espírito desceu sobre a Igreja nascente (cf. Atos 1, 12-14; 2, 1-4), enriqueceram com novos desenvolvimentos o tema antigo Maria - Igreja. Mas, sobretudo, recorreram à intercessão da Virgem Santíssima para obter do Espírito a capacidade de gerarem Cristo na própria alma, como o atesta Santo Ildefonso numa oração, que surpreende pela doutrina e pelo vigor suplicante: ‘Rogo-te, sim, rogo-te, Virgem Santa, que eu obtenha Jesus daquele Espírito, do qual tu mesma gerastes Jesus! Que a minha alma receba Jesus por esse mesmo Espírito, por quem a tua carne concebeu Jesus! (...) Que eu ame Jesus naquele mesmo Espírito, no qual tu o adoras como Senhor e o contemplas como Filho!’».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana da Vida. «Temos de nascer da água e do Espírito (João 3, 5). ‘Queridos pais e mães sois as primeiras testemunhas e ministros deste novo nascimento do Espírito Santo. Vós que gerais os vossos filhos para a pátria terrena, não esqueçais que, ao mesmo tempo os gerais para Deus’ (Carta às Famílias, 22). Que o Senhor derrame sobre nós o seu Espírito para que o Evangelho da vida chegue ao coração de todo o homem e mulher» (Guião para a Semana da Vida, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Maria, Rainha da Paz. «Em Maio, a Igreja, com particular intensidade, reza a Maria, Mãe de Deus , confiando-lhe as preocupações dos homens e mulheres de todas as nações do mundo. A esta mulher, que é nossa Mãe e Rainha da Paz, pedimos a paz para o mundo inteiro. Através dela, voltamo-nos para Cristo, Redentor do mundo […]: ‘Ó Senhor, derruba as barreiras do ódio que divide as nações’» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1993).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Maio, mês de Maria. «Há uma ligação profunda entre o que o mês de maio significa na ordem da natureza e no mistério de Maria. Este mês, pelo menos nesta área geográfica, significa o início de uma nova vida, após o período de inverno, o início de uma nova vida na natureza. E Maria significa o início de uma nova vida na ordem sobrenatural da graça. Ela é a cheia de graça, Mãe de Cristo, Mãe do Redentor» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1992).

  • QUARTO MISTÉRIO
A devoção a Maria no mistério de Deus. «Ao cantar e rezar, durante o mês de maio, as nossas orações e ladainhas, ou através de outra forma expressando a nossa devoção a Nossa Senhora, tocamos a profundidade do mistério divino, um mistério que Maria tem no seu coração, desde o seu início» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1992).

  • QUINTO MISTÉRIO
Amor, gratidão, admiração a Maria. «Estamos aqui guiados pelo amor, guiados pela gratidão, guiados pela admiração pela Mãe de Cristo, a Virgem Mãe, a Imaculada. Fazemo-lo também com o desejo de transportar na nossa vida o mistério divino que começou em Maria, ou melhor, que Deus quis iniciar em Maria» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1992).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 17 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 17.5.14 | Sem comentários
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