João 20, 19-31
Veio Jesus e disse-lhes: «A paz esteja convosco»

Neste evangelho, por três vezes Jesus nos entrega a sua paz.
Esta paz é muito mais do que ausência de guerra
ou evitamento cobarde dos conflitos.
A paz que vem de Deus acalma os nossos corações perturbados.
Devolve a esperança aos desanimados.
Faz pontes entre os desavindos.
A paz de Deus torna possível um mundo novo.

Senhor Jesus Cristo que disseste aos teus apóstolos:
«Deixo-vos a paz, dou-vos a minha paz»;
não olhes para os meus pecados.
Faz-me crescer na fé
e ensina-me a viver na tua paz.


© «Rezar na Páscoa - Ano C»

© 2013 Rui Alberto
© 2013 Edições Salesianas

Este texto faz parte do livro «Rezar na Páscoa - Ano C. Para viver melhor o Ano da Fé» 
das Edições Salesianas,
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Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 7.4.13 | Sem comentários

Palavra para hoje: segundo domingo de Páscoa


«Unidos pelos mesmos sentimentos, reuniam-se todos no Pórtico de Salomão» (primeira leitura); «Eu, João, [...] estava na ilha de Patmos» (segunda leitura). «Na tarde daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas as portas da casa onde os discípulos se encontravam [...]. Oito dias depois, estavam os discípulos outra vez em casa» (evangelho). Deus vem ao encontro dos humanos no «lugar» onde vivem. Jesus Cristo faz o mesmo e vem ao nosso encontro no coração da nossa vida. Sim, é nos acontecimentos da vida que precisamos de nos abrir às maravilhas já realizadas e renovadas diariamente. É preciso abrir-se ao Vivente, juntos em comunidade e cada um no seu íntimo, tal como fez Tomé: «Meu Senhor e meu Deus!».
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 7.4.13 | Sem comentários
Marcos 16, 9-15
Proclamai o Evangelho a toda a criatura

Nenhum de nós assistiu ao momento da Ressurreição.
Mas essa experiência de Jesus «afeta-nos» a todos:
do Norte e do Sul, velhos e novos, bons e maus...
A experiência da Páscoa de Jesus 
é um dom para todos os homens e mulheres de todos os tempos, 
de todas as condições.

Senhor Jesus,

transforma a minha vida.
Faz dela um sinal credível do teu Evangelho.

© «Rezar na Páscoa - Ano C»

© 2013 Rui Alberto
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Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 6.4.13 | Sem comentários


Quando ganhamos intimidade com Jesus ressuscitado,
cresce cada vez mais o entusiasmo por estar com Ele.
Quem não fez a mesma experiência do Ressuscitado
pode achar que estamos a perder o bom senso,
que estamos a exagerar…
Mas quem já experimentou a energia que vem de Jesus,
só consegue ver n’Ele o maior tesouro,
a pérola preciosa…

Tu estás vivo e perto de nós, Senhor.
Só desejo estar conTigo,
deixar-me contagiar pela tua vida abundante.
Só em Ti encontrarei felicidade e alegria.

© «Rezar na Páscoa - Ano C»

© 2013 Rui Alberto
© 2013 Edições Salesianas

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Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 5.4.13 | Sem comentários
Quinta-feira da primeira semana de Páscoa

Evangelho segundo Lucas 24, 35-48
Naquele tempo, os discípulos de Emaús contaram o que tinha acontecido no caminho e como tinham reconhecido Jesus ao partir do pão. Enquanto diziam isto, Jesus apresentou-Se no meio deles e disse-lhes: «A paz esteja convosco». Espantados e cheios de medo, julgavam ver um espírito. Disse-lhes Jesus: «Porque estais perturbados e porque se levantam esses pensamentos nos vossos corações? Vede as minhas mãos e os meus pés: sou Eu mesmo; tocai-Me e vede: um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que Eu tenho». Dito isto, mostrou-lhes as mãos e os pés. E como eles, na sua alegria e admiração, não queriam ainda acreditar, perguntou-lhes: «Tendes aí alguma coisa para comer?» Deram-Lhe uma posta de peixe assado, que Ele tomou e começou a comer diante deles. Depois disse-lhes: «Foram estas as palavras que vos dirigi, quando ainda estava convosco: ‘Tem de se cumprir tudo o que está escrito a meu respeito na Lei de Moisés, nos Profetas e nos Salmos’». Abriu-lhes então o entendimento para compreenderem as Escrituras e disse-lhes: «Assim está escrito que o Messias havia de sofrer e de ressuscitar dos mortos ao terceiro dia, e que havia de ser pregado em seu nome o arrependimento e o perdão dos pecados a todas as nações, começando por Jerusalém. Vós sois as testemunhas de todas estas coisas».

Comentário do Papa Francisco ao evangelho deste dia: Lucas 24, 35-48
Os discípulos estão um pouco fora de si, mas não devido a uma doença mental: estão cheios de admiração. É algo que nos leva a estar um pouco fora de nós mesmos, cheios de alegria: é algo grande, muito grande. Não é um mero entusiasmo: os adeptos no estádio ficam entusiasmados quando vence o seu clube, não é? Não, não é um entusiasmo, é algo mais profundo: é a admiração que sentimos quando nos encontramos com Jesus. É a condição habitual do cristão. A última etapa da consolação é a paz: começa-se com o êxtase, e o tom menor deste êxtase, desta consolação, é a paz. Nunca perder a paz. A paz não é nossa: não se vende nem se compra. É um dom de Deus. É a última etapa da consolação espiritual, que se inicia com o êxtase da alegria, que começa com o êxtase da alegria do encontro com Jesus Cristo.

fonte: News.va

A Páscoa é a festa da alegria

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 4.4.13 | Sem comentários

Esta é a nossa fé [23]

Reflexão semanal 
sobre o Credo Niceno-constantinopolitano

A ressurreição de Jesus Cristo está na base da fé cristã (cf. Catecismo da Igreja Católica, 571). A afirmação da ressurreição é o primeiro «credo» cristão. O cristianismo tem o seu primeiro fundamento no «acontecimento pascal»: morte e ressurreição de Jesus Cristo. «Se Cristo não ressuscitou, é vã a nossa pregação, e vã é também a vossa fé» — escreve Paulo na Primeira Carta aos Coríntios (15, 14). Os discípulos revelam que há um acontecimento que transforma as suas vidas: o crucificado ressuscitou, está vivo. [Para ajudar a compreender melhor, ler: Atos dos Apóstolos 10, 34-43; Catecismo da Igreja Católica, números 638 a 658]

«Deus ressuscitou-o, ao terceiro dia» — afirma Pedro na casa do centurião romano Cornélio. Os evangelhos (Mateus 28, Marcos 16, Lucas 24, João 20) descrevem a experiência pessoal («aparição») dos discípulos que testemunham o Crucificado-Ressuscitado. No discurso de Pedro, em Cesareia, na casa de Cornélio percebe-se que a ressurreição não é fruto de um acaso ou um facto isolado; a ressurreição é o culminar do estilo de vida assumido por Jesus Cristo, é a plenitude da sua missão. Em primeiro lugar, Pedro afirma que Jesus de Nazaré foi «ungido» por Deus; depois, refere a ação realizada por Jesus em diversos lugares («fazendo o bem»; «curando»); em seguida, Pedro testemunha a morte na cruz («madeiro») e a ressurreição ao terceiro dia; o discurso termina com as consequências da fé cristã neste «acontecimento pascal». Há uma nova maneira de viver iluminada pela existência terrena de Jesus Cristo que culmina com a ressurreição.

Ressuscitou. A ressurreição de Jesus Cristo assinala o cumprimento do projeto salvador. Toda a história da salvação é lida a partir deste acontecimento. Apesar de ser o centro da fé cristã, infelizmente há muita confusão (entre os próprios cristãos) sobre o verdadeiro significado da ressurreição. «Trata-se de um acontecimento real e transcendente, verificável pelos seus sinais, mas que permanece oculto. Tem a Trindade como protagonista. A ressurreição acontece pelo poder do Pai que ressuscita, do Filho que vence a morte e do Espírito que vivifica (cf. Catecismo da Igreja Católica, 648). É um acontecimento transcendente, não está documentado historicamente. Mas é real; há uma série de manifestações que indiciam a realidade da ressurreição» (Rui Alberto, «Eu creio, Nós cremos. Encontros sobre os fundamentos da fé», ed. Salesianas, Porto 2012, 121). Em primeiro lugar, precisamos de entender que a ressurreição não se pode associar às categorias de espaço e de tempo onde nos situamos atualmente. A ressurreição não consiste em regressar a uma existência espácio-temporal (situada no espaço e no tempo). A ressurreição não é uma reanimação do cadáver. A morte não é anulada na ressurreição (cf. temas 21 e 22)! «Pelo contrário, a morte é definitivamente superada. Trata-se da entrada numa vida totalmente diferente, imperecível, eterna, ‘celestial’» (Hans Küng, «Credo. A Profissão de Fé Apostólica explicada ao Homem Contemporâneo», Instituto Piaget, Coleção «Crença e Razão» 14, Lisboa 1997, 130). A ressurreição também não consiste na continuidade desta existência espácio-temporal. Em rigor, não podemos falar de um «depois» da morte, pois a dimensão temporal deixa de ter sentido: «a eternidade não é determinada por um antes nem por um depois temporais. Pelo contrário, significa uma nova vida na esfera de Deus, invisível, incompreensível, que rompe com as dimensões de espaço e tempo» (Hans Küng, 131). É o que habitualmente designamos por «céus». A ressurreição permite afirmar que a morte não é a afirmação do «Nada», mas do «Tudo»: «o crente sabe que a morte é a passagem para Deus, é a retirada para junto de Deus, nesse domínio que supera todas as ideias, que nenhum Homem alguma vez viu, alheio ao nosso toque, entendimento, reflexão e fantasia! A palavra mistério é bem empregue para descrever a ressurreição para a vida nova, porquanto se trata do domínio primordial de Deus» (Hans Küng, 131). 

Ao terceiro dia. Dizer que Jesus Cristo «ressuscitou ao terceiro dia» é mais do que uma referência cronológica. Entre os judeus, acredita-se que Deus não deixa o justo sofrer mais de três dias (cf. Genesi Rabbah 91, 7). Na Bíblia, expressa a novidade da ação de Deus. Afirma o profeta Oseias (6, 2): «Dar-nos-á de novo a vida em dois dias, ao terceiro dia nos levantará, e viveremos na sua presença». 

A ressurreição de Jesus Cristo inaugura esse tempo novo vivido na plenitude da presença de Deus. É o cumprimento de todas as promessas e profecias. Jesus Cristo «ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras».

  


© Laboratório da fé, 2013

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 4.4.13 | Sem comentários


Será mesmo a sério, isto do Evangelho e da ressurreição?
Será que Deus venceu mesmo a morte?
Ou teremos sido nós a inventar tudo isto a partir dos nossos desejos?
Na medida em que tivermos a coragem 
de nos encontrarmos com Cristo ressuscitado,
experimentaremos a verdade.

Tu, Jesus, não és lembrança histórica;
és presença viva que Se deixa encontrar.
E que, no encontro, nos deixas paz interior,
esperança corajosa, amor criativo.

© «Rezar na Páscoa - Ano C»
© 2013 Rui Alberto
© 2013 Edições Salesianas

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Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 4.4.13 | Sem comentários


A Bíblia, 
a Palavra que Deus nos foi comunicando ao longo dos tempos,

é um «lugar» importante 

para encontrares e reconheceres Jesus ressuscitado. 

Quando te deixas surpreender pela sua beleza e novidade, 
acontece verdadeira comunicação 
entre a tua vida e a vida de Deus. 
Ensina-me a ler a tua Palavra, Senhor. 

Faz-me sentir que a Escritura não são palavras frias; 
é encontro com um Deus que fala, 
que pede, que ama, que sofre, 
que morre, que renasce. 
Que me faz viver.

© «Rezar na Páscoa - Ano C»

© 2013 Rui Alberto
© 2013 Edições Salesianas

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Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 3.4.13 | Sem comentários
Ao ritmo da liturgia [no Ciclo C de Cortés (RD-Herder)]

Primeira semana de Páscoa 

Porque somos tão resistentes à vida e à alegria?


A Páscoa é o tempo das «aulas práticas». Ao longo da Quaresma recebemos os ensinamentos de Jesus («mestrado»). Um dia teremos o exame final! Através dos seus ensinamentos, Jesus Cristo mostrou-nos como temos de ser evangelizadores, portadores da sua mensagem para os dias de hoje. É tempo de viver os ensinamentos recebidos ao longo da Quaresma.
E começam a aparecer as primeiras dificuldades. Em primeiro lugar, custa-nos estar alegres; resistimos à alegria; não entendemos porque é que temos de estar alegres (DOMINGO), apesar do mandato explícito de Jesus Cristo (SEGUNDA). Mais facilmente nos dispomos a chorar, a queixarmo-nos, a lamentarmo-nos (TERÇA); somos lentos a entender a razão da nossa alegria (QUARTA: «Homens sem inteligência e lentos de espírito para acreditar»), ficamos atónitos (QUINTA: «Porque estais perturbados e porque se levantam esses pensamentos nos vossos corações?»), não nos atrevemos a dar o passo que nos libertaria (SEXTA). Jesus Cristo censura esta nossa resistência a lançarmo-nos nos braços da felicidade (SÁBADO). 
A Páscoa é ocasião para praticar a alegria!

Temos diante de nós uma semana para nos questionarmos sobre os motivos pelos quais nos custa tanto unir a fé e a alegria.

© José Luis Cortés — El ciclo C, Herder Editorial 
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2013
A utilização ou publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 3.4.13 | Sem comentários

Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor [João 20, 20] 


A Páscoa é a grande festa dos cristãos, é a festa da alegria. Uma alegria que tem o fundamento num acontecimento e numa Pessoa: Jesus, o nazareno crucificado, está vivo! Mas a ressurreição não pode ser testemunhada pelo olho humano. O encontro com o Ressuscitado é gradual: começa no sepulcro vazio e vai até à presença de Jesus Cristo no meio da comunidade. «Os discípulos ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor» (João 20, 20). Hoje, a Igreja é chamada a viver e a testemunhar aquela mesma alegria que invadiu os discípulos quando «viram» o Senhor Jesus Cristo (ressuscitado, vivo para sempre). A alegria nasce deste encontro. É verdade que a fé não resolve as situações do dia a dia. Pelo facto de termos fé, não estamos livres do erro, dos problemas, das decisões difíceis ou isentos de qualquer tipo de sofrimento. Mas a fé, a fé em Jesus Cristo (ressuscitado, vivo para sempre) altera a forma como «vemos» as situações do dia a dia. O medo desaparece. Uma luz brilha com mais intensidade. Por isso, todos os cristãos temos que expressar a partir do coração, com um amplo sorriso: Feliz Páscoa! 

A Páscoa é o tempo das aulas práticas. Ao longo da Quaresma participamos no «mestrado em Jesus», recebemos os seus ensinamentos (sete lições magistrais dadas por Jesus). Jesus Cristo mostrou-nos as características do evangelizador, isto é, como ser anunciadores da Boa Nova aos homens e mulheres de hoje. 
Agora, estas aulas práticas duram cinquenta dias (sete semanas), tantos quantos os dias de Páscoa:
1.ª — primeiras dificuldades em unir fé e alegria (31 de março a 6 de abril): somos lentos a entender a razão da nossa alegria; > > >
2.ª — viver uma vida «ressuscitada» (7 a 13 de abril): marcados pela presença diária de Deus; > > > 
3.ª — ter uma boa alimentação (14 a 20 de abril): quais são os nossos hábitos alimentares?; de que se alimenta a nossa vida «ressuscitada»?; > > >
4.ª — fazer exercício (21 a 27 de abril): a vida «ressuscitada» entendida como uma atividade desportiva; > > >
5.ª - visitar periodicamente o médico (28 de abril a 4 de maio): fazer análises com frequência, para perceber o estado da nossa vida «ressuscitada»; > > >
6.ª — consultar o psicólogo (5 a 11 de maio): não basta cuidar da saúde corporal, também precisamos de estar bem a nível mental, espiritual; > > >
7.ª — ter estabilidade no trabalho (12 a 18 de maio): temos de estar seguros e convictos do nosso «trabalho» cristão. > > >
O último dia (Pentecostes) dá o mote para o tempo que se segue: uma vida diária «com Espírito», viver acompanhados pelo Espírito de Jesus Cristo (Espírito Santo). Ao longo dos seis meses seguintes somos desafiados a viver diariamente o que aprendemos no semestre anterior (Quaresma e Páscoa).

@ Laboratório da fé, 2013

A segunda parte do texto foi inspirada nas propostas diárias 
do livro de José Luis Cortés, «El Ciclo C», RD-Herder, 2012.



Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 2.4.13 | comentários


Quando ainda não encontrámos Jesus ressuscitado,
vencedor da morte e do pecado,
é normal chorarmos.
Cristo pode estar à nossa frente
mas não O reconhecemos.
E continuamos a chorar.
Como, aqui e agora, poderemos encontrar o Ressuscitado
que enxuga todas as lágrimas?

Senhor Jesus,
abre os meus olhos para Te encontrar.
Ajuda-me a mudar as minhas ideias
e as minhas atitudes
para Te dar espaço na minha vida.
Abre o meu coração à beleza e à esperança
que a tua Presença viva me oferece.

© «Rezar na Páscoa - Ano C»
© 2013 Rui Alberto
© 2013 Edições Salesianas

Este texto faz parte do livro «Rezar na Páscoa - Ano C. Para viver melhor o Ano da Fé» 
das Edições Salesianas,
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qualquer forma de reprodução ou distribuição deste texto precisa de autorização.
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 2.4.13 | Sem comentários

Your love never fails


Autoria e interpretação original: Chris McClarney 
Intérprete da versão do video: Jesus Culture 

Letra 


Nothing can separate 
Even if I ran away 
Your love never fails! 
I know I still make mistakes, 
But You have new mercy for me everyday 
Your love never fails! 

You stay the same through the ages 
Your love never changes 
There may be pain in the night 
But joy comes in the morning 
And when the oceans rage 
I don't have to be afraid 
Because I know that you love me... 
Your love never fails! 

'The Wind is strong and the water's deep, but. 
I'm not alone here in these open seas 
'Cause your love never fails 
The chasm was far too wide 
I never thought I'd reach the other side 
'But your love never fails 
You make all things, work together for my good! 


Vídeo 


http://letras.mus.br/jesus-culture/1404625/#traducao 


Meditação 

Uma belíssima canção de gratidão e certeza da fidelidade de Deus. 
Este tema nasceu da meditação e repetição interior da citação que encontramos na Carta aos Romanos (“E nós sabemos que Deus coopera em tudo para o bem daqueles que o amam, daqueles que são chamados segundo o seu desígnio” — Rm 8, 28) e que o compositor transformou na frase: “Tu fazes todas as coisas trabalharem a meu favor”. 
A repetição desta frase é uma excelente forma de rezarmos a Deus. 
No nosso dia-a-dia, perante as dificuldades facilmente perdemos a esperança em Deus que está sempre ao nosso lado a torcer pela nossa felicidade e plenitude. 

Para o Ano da Fé 

  • Escreve num papel (sem pensar muito) 5 certezas que tu tens na vida.
    Verifica se o Amor de Deus faz parte da tua lista.
    O Ano da Fé é uma oportunidade de (re)descobrirmos a fidelidade do amor de Deus.
    “O Teu amor nunca falha”. Será que vives com esta certeza?
    Esta música poderia ser uma banda sonora para enfrentares as dificuldades?

  • “A dor pode durar uma noite
    Mas a alegria vem pela manhã”

    Relê o número 6 da «Porta da Fé» («Porta Fidei») e medita na qualidade do teu testemunho.
    Tu és sinal da “revelação do amor de Deus” ?
    A tua vida é pautada pela “novidade radical da ressurreição”?

© Claudine Pinheiro

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 1.4.13 | Sem comentários
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