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PREPARAR O DOMINGO SEGUNDO DE PÁSCOA

27 DE ABRIL DE 2014


Atos dos Apóstolos 2, 42-47

Os irmãos eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à comunhão fraterna, à fração do pão e às orações. Perante os inumeráveis prodígios e milagres realizados pelos Apóstolos, toda a gente se enchia de temor. Todos os que haviam abraçado a fé viviam unidos e tinham tudo em comum. Vendiam propriedades e bens e distribuíam o dinheiro por todos, conforme as necessidades de cada um. Todos os dias frequentavam o templo, como se tivessem uma só alma, e partiam o pão em suas casas; tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração, louvando a Deus e gozando da simpatia de todo o povo. E o Senhor aumentava todos os dias o número dos que deviam salvar-se.



Ensino, comunhão, fração do pão, oração


O texto no seu contexto
. O autor dos Atos dos Apóstolos salpica a narração dos primeiros passos da comunidade cristã com vários resumos ou «sumários»: a sua função é fazer uma paragem no relato para tomar consciência de que algo novo está a surgir. A oração comum e a fração do pão, sendo características distintivas desta Igreja nascente, não apresentam dificuldade; problemática é, contudo, a comunhão de bens, que nos indica uma visão ideal da assembleia cristã. Se o «tinham tudo em comum» acontecesse de forma normal e pacífica tal como se narra, não haveria ligar para as sérias e contínuas controvérsias que surgem no seio da comunidade por esse motivo (Atos 5, 4; 6, 1).

O texto na história da salvação. Os sumários não são uma «crónica» da primeira comunidade cristã de Jerusalém, embora tenham, sem dúvida, elementos históricos que não podemos desdenhar. Assumem a característica de «modelo», que possa servir para a Igreja de todos os tempos. Predomina o aspeto de comunhão à volta dos apóstolos, que manifestam a salvação obtida em Cristo. A Igreja, nascida do acontecimento pascal, renovada no Espírito Santo e guiada por ele, é comunidade viva.

Palavra de Deus para nós: sentido e celebração litúrgica. A Páscoa não é celebração de uns acontecimentos alheios à nossa vida; a fé no ressuscitado reflete-se no modo de viver: comunhão na fé, na vida diária e na missão.

© Pedro Fraile Yécora, Homiletica
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2014
A utilização ou publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor

Preparar o domingo segundo de Páscoa (Ano A), no Laboratório da fé, 2014

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 22.4.14 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO SEGUNDO DE PÁSCOA JÚNIOR

27 DE ABRIL DE 2014


Atos dos Apóstolos 2, 42-47

Os irmãos eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à comunhão fraterna, à fração do pão e às orações. Perante os inumeráveis prodígios e milagres realizados pelos Apóstolos, toda a gente se enchia de temor. Todos os que haviam abraçado a fé viviam unidos e tinham tudo em comum. Vendiam propriedades e bens e distribuíam o dinheiro por todos, conforme as necessidades de cada um. Todos os dias frequentavam o templo, como se tivessem uma só alma, e partiam o pão em suas casas; tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração, louvando a Deus e gozando da simpatia de todo o povo. E o Senhor aumentava todos os dias o número dos que deviam salvar-se.



A fração do pão e partiam o pão


Este pão não é um papo-seco!!
Partir o pão era, para os primeiros cristãos, uma referência à Missa,
o lugar onde o corpo de Cristo se parte e distribui por todos os presentes.
É por isso que aparece duas vezes num texto tão curto!

© Liturgia diária júnior
© Laboratório da fé, 2014
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O «Laboratório da fé»® e a editora Paulus estabeleceram uma parceria que permite a divulgação na nossa página — www.laboratoriodafe.net — de alguns conteúdos da revista «Liturgia diária júnior», propriedade da editora. A revista apresenta novidades de acordo com cada mês e tempo litúrgico, tendo como base a seguinte estrutura: Pequeno Missal (o ritual da missa); Liturgia dominical (todas as leituras e evangelho com comentários e explicações); Pequena escola da fé (uma breve catequese sobre temas relevantes da liturgia, da fé e da vida cristã); Suplemento para educadores (breves indicações destinadas aos pais, catequistas e educadores com sugestões de aprofundamento e de como utilizar melhor o conteúdo da revista).



Liturgia diária júnior


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 22.4.14 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO SEGUNDO DE PÁSCOA


O tema da paz é uma constante no evangelho do segundo domingo de Páscoa. Jesus comunica, em três ocasiões, a paz aos seus discípulos: «A paz esteja convosco!». Com esta paz especial trazida por Jesus estão a fé («felizes os que acreditam sem terem visto»), o perdão amoroso («àqueles a quem perdoardes os pecados ser-lhes-ão perdoados») e a alegria plena («ficaram cheios de alegria ao verem o Senhor»).
Constituem um elenco de dons que Jesus dá gratuitamente a todo aquele ou aquela que participa da oferta da sua ressurreição. Dons que são mais preciosos do que o ouro, como afirmará o autor da Primeira Carta de Pedro, referindo-se à fé (segunda leitura do segundo domingo de Páscoa), mas que se pode estender aos restantes dons. Não sei até que ponto temos consciência desta realidade e a gozamos pessoal e, sobretudo, comunitariamente.
A primeira leitura, dos Atos dos Apóstolos, narra-nos o que significou a vivência destas realidades na primeira comunidade cristã. Traduziu-se em testemunho no mundo da unidade, da partilha, da alegria, da oração, da participação na Eucaristia, da escuta atenta da Palavra de Deus...
Toda a liturgia do segundo domingo de Páscoa convida-nos a viver com intensidade a mesma experiência. Vale a pena!

© Javier Velasco-Arias

© La Biblia compartida — blogue de Javier Velasco-Arias y Quique Fernández
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2014
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Preparar o domingo segundo de Páscoa (Ano A), Laboratório da fé, 2014


La biblia compartida — www.laboratoriodafe.net


Javier Velasco-Arias, nasceu no ano de 1956, em Medina del Campo (Espanha); atualmente, vive em Barcelona (desde os onze anos de idade). É biblista, professor de Sagrada Escritura no «Instituto Superior de Ciências Religiosas de Barcelona» e no «Centro de Estudos Pastorais» das dioceses da Catalunha. É responsável e membro de várias associações bíblicas, em Espanha. Na área bíblica, é autor de diversas publicações, além de artigos de temas bíblicos em revistas especializadas e na internet.
Outros artigos publicados no Laboratório da fé


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 22.4.14 | Sem comentários

PREPARAR O DOMINGO SEGUNDO DE PÁSCOA

27 DE ABRIL DE 2014


Atos dos Apóstolos 2, 42-47

Os irmãos eram assíduos ao ensino dos Apóstolos, à comunhão fraterna, à fração do pão e às orações. Perante os inumeráveis prodígios e milagres realizados pelos Apóstolos, toda a gente se enchia de temor. Todos os que haviam abraçado a fé viviam unidos e tinham tudo em comum. Vendiam propriedades e bens e distribuíam o dinheiro por todos, conforme as necessidades de cada um. Todos os dias frequentavam o templo, como se tivessem uma só alma, e partiam o pão em suas casas; tomavam o alimento com alegria e simplicidade de coração, louvando a Deus e gozando da simpatia de todo o povo. E o Senhor aumentava todos os dias o número dos que deviam salvar-se.



Viviam unidos e tinham tudo em comum


Este fragmento do livro dos Atos dos Apóstolos é um sumário da vida da jovem Igreja. O ênfase está colocado na Eucaristia: duas vezes repete a expressão «fração do pão», «partiam o pão». As atividades fundamentais da vida da nova Igreja, além do pão partido, são o ensino dos apóstolos e as orações que a comunidade oferecia a Deus.
Assinala que o culto dos primeiros momentos era oferecido no templo: com isto, reafirmavam o sentido de viver em continuidade com o marco da fé de Israel, que celebrava a história salvífica que se tinha desdobrado ao longo dos séculos; e, além disso, em casa, ofereciam louvores a Deus e celebravam a Eucaristia. É um culto de ação de graças e de alegria. A comunidade cristã das origens aceitou a história antiga, mas também abraçou a novidade absoluta que Deus tinha revelado em Jesus Messias. A vida transformada que aceitaram expressa-se na adoração e nas boas relações com os vizinhos.
O sentido de «respeito» — que é o temor ou a veneração do Senhor — chega à vida dos crentes. Trata-se da apreciação da capacidade que Deus tem para mudar a vida humana por caminhos decisivos. Os «prodígios e milagres» são para recordar o sentido imediato do poder transformador da vida realizado pelo Espírito de Deus, que era possuído pelos primeiros cristãos.
A vida e os bens em comum, por fim, não acabaram por prosperar (recordemos a história de Ananias e Sagira, no capítulo quinto dos Atos dos Apóstolos), mas o excesso do amor de Deus que experienciavam, levava-os a expressar, nos bens partilhados, o afeto que tinham como dom do Espírito.

© Joan Ferrer, Misa dominical
© tradução e adaptação de Laboratório da fé, 2014
A utilização ou publicação deste texto precisa da prévia autorização do autor

Preparar o domingo segundo de Páscoa (Ano A), no Laboratório da fé, 2014


Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 22.4.14 | Sem comentários
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