CATEQUESES sobre a —    


A fé é o tema das catequeses das quartas-feiras proferidas pelo papa Bento XVI ao longo do Ano da Fé (Outubro de 2012 a Novembro de 2013) — «Com estas catequeses, queremos percorrer um caminho que leve a reforçar ou a reencontrar a alegria da fé em Jesus Cristo, único Salvador do mundo».


  1. Introdução — A fé é verdadeiramente a força transformadora da nossa vida, na minha vida? Ou então é apenas um dos elementos que fazem parte da existência, sem ser aquele determinante, que a abrange totalmente? [17 de outubro de 2012] > > >

  2. O que é a fé — O que é a fé? Ainda tem sentido a fé, num mundo em que ciência e técnica abriram horizontes até há pouco tempo impensáveis? O que significa crer hoje? [24 de outubro] > > >

  3. A fé da Igreja — A fé tem um carácter só pessoal, individual? Diz respeito só à minha pessoa? Vivo a minha fé individualmente? [31 de outubro] > > >

  4.  O desejo de Deus — O desejo humano tende sempre para determinados bens concretos, muitas vezes tudo menos que bens espirituais, e todavia encontra-se face à pergunta acerca do que é deveras «o» bem, e por conseguinte confronta-se com algo que é outra coisa e não é o eu, que o homem não pode construir, mas está chamado a reconhecer. O que pode deveras saciar o desejo do homem? [7 de novembro] > > >

  5.  Os caminhos para chegar ao conhecimento de Deus — Há caminhos que podem abrir o coração do homem ao conhecimento de Deus, sinais que conduzem para Deus. Deus não se cansa de nos procurar, é fiel ao homem que criou e salvou, permanece próximo da nossa vida, porque nos ama. [14 de novembro] > > >

  6.  O bom senso da fé em Deus — A fé leva a descobrir que o encontro com Deus valoriza, aperfeiçoa e eleva aquilo que existe de verdadeiro, de bom e de belo no homem. Assim acontece que, enquanto Deus se revela e se deixa conhecer, o homem descobre quem é Deus e, conhecendo-o, descobre-se a si mesmo, a própria origem, o seu destino, a grandeza e a dignidade da vida humana. [21 de novembro] > > >

  7.  Como falar de Deus? — Como falar de Deus no nosso tempo? Como comunicar o Evangelho, para abrir caminhos à sua verdade salvífica nos corações muitas vezes fechados dos nossos contemporâneos e nas suas mentes por vezes distraídas pelas numerosas luzes da sociedade? [28 de novembro] > > >

  8.  Deus revela o seu «desígnio de benevolência» — Este «desígnio de benevolência» não permaneceu, por assim dizer, no silêncio de Deus, na altura do seu Céu, mas fê-lo conhecer entrando em relação com o homem, ao qual não revelou apenas algo, mas revelou-se a si mesmo. [5 de dezembro] > > >

  9.  As etapas da Revelação — Onde podemos ler as etapas desta Revelação de Deus? A Sagrada Escritura é o lugar privilegiado para descobrir os acontecimentos deste caminho, e gostaria — mais uma vez — de convidar todos, nestes Ano da fé, a tomar nas mãos mais frequentemente a Bíblia para a ler e meditar, e a prestar maior atenção às Leituras da Missa dominical; tudo isto constitui um alimento precioso para a nossa fé. [12 de dezembro] > > >

  10.  Virgem Maria, ícone da fé obediente — No caminho do Advento, a Virgem Maria ocupa um lugar especial, como Aquela que de maneira singular esperou a realização das promessas de Deus, acolhendo na fé e na carne Jesus, o Filho de Deus, em plena obediência à vontade divina. [19 de dezembro] > > >

  11.  Foi concebido por obra do Espírito Santo — Professando no Credo: «Encarnou-se no seio da Virgem Maria por obra do Espírito Santo», nós afirmamos que o Espírito Santo, como força do Deus Altíssimo, realizou de forma misteriosa na Virgem Maria a concepção do Filho de Deus. [2 de janeiro] > > >
     
  12.  Fez-se homem — «O Verbo fez-se carne» é uma daquelas verdades com as quais estamos tão habituados que já quase não nos impressiona pela grandeza do acontecimento que ela exprime. [9 de janeiro] > > >
     
  13.  Jesus Cristo «mediador e plenitude de toda a Revelação» — O Concílio Vaticano II, na Constituição sobre a Revelação Divina Dei Verbum, afirma que a verdade íntima de toda a Revelação de Deus resplandece para nós «em Cristo, que é o mediador e ao mesmo tempo a plenitude de toda a Revelação» (2). [...] Gostaria de meditar sobre este «revelar o rosto de Deus». [16 de janeiro] > > >
     
  14.  «Creio em Deus» — Neste Ano da Fé, hoje gostaria de começar a meditar convosco sobre o Credo, ou seja, sobre a solene profissão de fé que acompanha a nossa vida de fiéis. O Credo começa assim: «Creio em Deus». É uma afirmação fundamental, aparentemente simples na sua essencialidade, mas que abre ao mundo infinito da relação com Deus. [23 de janeiro] > > > 

  15.  «Creio em Deus Pai Todo-poderoso» — É no Senhor Jesus que se mostra plenamente o rosto benévolo do Pai que está nos céus. É conhecendo-o que podemos conhecer também o Pai, é vendo-o que podemos ver o Pai, porque Ele está no Pai, e o Pai está nele. Ele é «imagem do Deus invisível». [30 de janeiro] > > >
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