FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 16: «Aprofundar um aspeto particular das relações que se verificam entre Maria e a Liturgia, ou seja: Maria como exemplar da atitude espiritual com que a Igreja celebra e vive os divinos mistérios. A exemplaridade da bem-aventurada Virgem Maria, neste campo, é consequência do facto de ela ser reconhecida como modelo excelentíssimo da Igreja, na ordem da fé, da caridade e da perfeita união com Cristo (LG 63), isto é, daquelas disposições interiores com que a mesma Igreja, Esposa amadíssima, intimamente associada ao seu Senhor, O invoca e, por meio d'Ele presta culto ao eterno Pai (SC 7)».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana das Vocações. «O Anjo tinha-lhe dito que ia ser mãe do Messias, do Salvador. […] Maria disse sim… E eis que o Filho de Deus chega revestido de pobreza, de dependência, de fraqueza; para nos elevar, Ele aniquilou-Se. Maria sentiu em si este contraste entre grandeza e pequenez que tantas vezes sentimos ao toque de Deus. Jesus é diferente, é Deus, e quis vir ensinar-nos o jeito de Deus ser. Nós queremos subir; e Ele diz-nos que devemos primeiro baixar…» (Guião para a Semana das Vocações, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
O caminho da fé. «Na Virgem Maria que vai visitar a prima Isabel reconhecemos o exemplo mais límpido e o significado mais verdadeiro do nosso caminho de crentes e do caminho da própria Igreja. A Igreja por sua natureza é missionária, é chamada a anunciar o Evangelho em toda a parte e sempre, a transmitir a fé a todos os homens e mulheres, em qualquer cultura» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2010).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Uma viagem missionária. «‘Maria pôs-se a caminho e dirigiu-se à pressa para a montanha’ (Lucas 1, 39). A de Maria é uma autêntica viagem missionária. É uma viagem que a leva longe de casa, a impulsiona para o mundo, para lugares distantes dos seus costumes quotidianos […]. Consiste precisamente nisto, também para todos nós, o segredo da nossa vida de homens e de cristãos. […] Como já tinha acontecido para Abraão, é-nos pedido para sairmos de nós mesmos, dos lugares das nossas seguranças, para ir em direção aos outros, a lugares e ambientes diferentes» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2010).

  • QUARTO MISTÉRIO
A proximidade do amor. «Maria vai à casa de Isabel e permanece com ela cerca de três meses, para lhe oferecer aquela proximidade afetuosa, aquela ajuda concreta e todos aqueles serviços quotidianos de que tinha necessidade. Isabel torna-se assim o símbolo de tantas pessoas idosas e doentes, aliás, de todas as pessoas necessitadas de ajuda e de amor. E quantos existem também hoje nas nossas famílias, nas nossas comunidades, nas nossas cidades!» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2010).

  • QUINTO MISTÉRIO
A caridade de Maria. «A caridade de Maria não se detém na ajuda concreta, mas alcança o seu ápice ao doar o próprio Jesus, ao ‘fazê-lo encontrar’. […] Chegamos ao significado mais verdadeiro e à finalidade mais genuína de qualquer caminho missionário: doar aos homens o Evangelho vivente e pessoal, que é o próprio Senhor Jesus. E a de Jesus é uma comunicação e uma doação que – como afirma Isabel – enche o coração de alegria: ‘o menino saltou de alegria no meu seio’ (Lucas 1, 44). Jesus é o verdadeiro e único tesouro que temos para dar à humanidade» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2010).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 7 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 7.5.14 | Sem comentários
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