FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 31: «Acerca da veneração que a Igreja presta à Mãe de Deus, na celebração da sagrada Liturgia, […] não podemos deixar de recordar a norma da Constituição sobre a Sagrada Liturgia, a qual, ao mesmo tempo que recomenda vivamente os exercícios de piedade do povo cristão, acrescenta: ‘...Importa, porém, ordenar essas práticas de piedade tendo em conta os tempos litúrgicos, de maneira que se harmonizem com a sagrada Liturgia, de certo modo derivem dela, e a ela, que por sua natureza lhes é muito superior, conduzam o povo cristão’ (SC 13). Norma sapiente, esta, e simultaneamente clara; a sua aplicação prática, no entanto, não se apresenta fácil, sobretudo no campo do culto à Virgem Santíssima, tão variado nas suas expressões formais. Tal aplicação exige, na realidade, da parte dos responsáveis pelas Comunidades locais, esforço, tato pastoral e constância; e da parte dos fiéis, prontidão para aceitar orientações e propostas que, promanando embora da genuína natureza do culto cristão, muitas vezes comportam a mudança de usos inveterados, nos quais aquela natureza, de algum modo, se havia obscurecido».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Oração, caminho de santidade. «O motivo mais importante para propor com insistência a prática do Rosário reside no facto de este constituir um meio validíssimo para favorecer entre os crentes o compromisso de contemplação do mistério cristão […] como verdadeira e própria pedagogia da santidade: ‘Há necessidade dum cristianismo que se destaque principalmente pela arte da oração’» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre o Rosário, 5).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Comunidade, escola de oração. «Enquanto que na cultura contemporânea, mesmo entre tantas contradições, emerge uma nova exigência de espiritualidade, solicitada inclusive pela influência de outras religiões, é extremamente urgente que as nossas comunidades cristãs se tornem ‘autênticas escolas de oração’» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre o Rosário, 5).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Rosário, «oração do coração». «O Rosário situa-se na melhor e mais garantida tradição da contemplação cristã. Desenvolvido no Ocidente, é oração tipicamente meditativa e corresponde, de certo modo, à ‘oração do coração’ ou ‘oração de Jesus’ germinada no húmus do Oriente cristão» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre o Rosário, 5).

  • QUARTO MISTÉRIO
Rosário, fecunda oportunidade espiritual. «O Rosário, quando descoberto no seu pleno significado, conduz ao âmago da vida cristã, oferecendo uma ordinária e fecunda oportunidade espiritual e pedagógica para a contemplação pessoal, a formação do Povo de Deus e a nova evangelização (João Paulo II, Carta Apostólica sobre o Rosário, 3).

  • QUINTO MISTÉRIO
Rosário e Liturgia. «Pensam alguns que a centralidade da Liturgia, justamente ressaltada pelo II Concílio do Vaticano, tenha como necessária consequência uma diminuição da importância do Rosário. Na verdade, esta oração não só não se opõe à Liturgia, mas serve-lhe de apoio, visto que introduz nela e dá-lhe continuidade, permitindo vivê-la com plena participação interior e recolhendo seus frutos na vida quotidiana» (João Paulo II, Carta Apostólica sobre o Rosário, 4).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 24 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 24.5.14 | Sem comentários
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