FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 25: «Na Virgem Maria, tudo é relativo a Cristo e dependente d'Ele: foi em vista d'Ele que Deus Pai, desde toda a eternidade, a escolheu Mãe toda santa e a plenificou com dons do Espírito a ninguém mais concedidos. A genuína piedade cristã, certamente, nunca deixou de pôr em realce essa ligação indissolúvel e a essencial referência da Virgem Maria ao divino Salvador (LG 66). […] Nas expressões do culto à Virgem Maria dê-se um relevo especial ao aspeto cristológico no sentido de refletirem o plano de Deus, o qual preestabeleceu ‘com um só e mesmo decreto a origem de Maria e da Encarnação da divina Sapiência’. Isto concorrerá, sem dúvida, para tornar mais sólida a piedade para com a Mãe de Jesus e fazer dela um instrumento eficaz para que alcancemos todos o pleno conhecimento do Filho de Deus […]. Por outro lado, contribuirá também para aumentar o culto devido ao mesmo Cristo».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana da Vida. «Somos Filhos de Deus e habita em nossos corações o Espírito que clama: ‘Abba, Pai’ (Gálatas 4, 6). Batizados em nome da Santíssima Trindade, entramos na comunhão com o Pai, o Filho e o Espírito Santo. A família, nos laços profundos que a unem, é obra de Deus e imagem da sua perfeita Trindade. Por Maria, pedimos que a graça do Batismo se renove em nós e a nossa família testemunhe a alegria da comunhão com Deus» (Guião para a Semana da Vida, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Maria, modelo da Igreja. «A Santa Virgem, trazendo em si mesma o Verbo que Se fez homem, vai ajudar a idosa prima, que está prestes a dar à luz. Reconhecemos em Maria o modelo da Igreja que, com as obras de misericórdia e de caridade, traz ao mundo a paz de Cristo Salvador» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1999).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Irradiar o mistério de Deus. «Quantos filhos e filhas da Igreja testemunharam o amor do Pai celeste nas multíplices fronteiras da solidariedade! Esta é uma grande ‘visitação’ que se estende ao mundo inteiro, irradiando o mistério de Deus que se torna próximo do ser humano e cura as suas feridas materiais e morais. Agindo assim, a Igreja torna-se todos os dias artífice de paz, com a humilde coragem de Maria Santíssima, serva do Deus da paz» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1999).

  • QUARTO MISTÉRIO
A paterna solicitude de Deus. «Na visitação de Maria manifesta-se a paterna solicitude de Deus, que não abandona o seu povo; pelo contrário, cuida dos mais pequeninos e dos excluídos. Na sua grande misericórdia, Deus visitou e redimiu o seu povo! […] Confiemos cada um dos nossos projetos e cada invocação a Maria, Virgem da Visitação e Rainha da Paz» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1999).

  • QUINTO MISTÉRIO
Maria figura da Igreja. «Maria aparece-nos como figura e modelo da Igreja que, sustentada pelo Espírito, leva ao mundo Cristo Salvador. […] Invocamos Maria como modelo e animadora de esperança no coração da Igreja. À sua intercessão confiamos a missão evangelizadora, para que, a dois mil anos daquele seu ‘sim’, que abriu a porta à Redenção, o Verbo feito carne para nossa salvação possa continuar a ser anunciado e testemunhado em todas as línguas do mundo» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 1998).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 15 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 15.5.14 | Sem comentários
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