FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 25: «É da máxima conveniência, antes de mais nada, que os exercícios de piedade para com a Virgem Maria exprimam, de maneira clara, a característica trinitária e cristológica que lhes é intrínseca e essencial. O culto cristão, de facto, é por sua natureza culto ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo, ou, conforme se expressa a Liturgia, ao Pai por Cristo no Espírito. Nesta perspetiva, torna-se ele extensivo, legitimamente, se bem que de maneira substancialmente diversa, em primeiro lugar e de modo singular, à Mãe do Senhor, e depois aos Santos, nos quais a Igreja proclama o Mistério Pascal, por isso mesmo que eles sofreram com Cristo e com Ele foram glorificados (SC 104)».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana da Vida. «Toda voltada para Deus, Maria vai ajudar sua prima. O encontro das duas mães é iluminado pela presença operante de Deus. Maria glorifica o Senhor e exulta de alegria em Deus, seu Salvador. Peçamos a compreensão da unidade do amor de Deus e do próximo, e com todos os pais, louvemos o Senhor pelo dom da maternidade e paternidade» (Guião para a Semana da Vida, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
A presença do Espírito Santo. «‘Ao ouvir a saudação de Maria,... Isabel ficou cheia do Espírito Santo’. O encontro entre a Senhora e a prima Isabel é como uma espécie de ‘pequeno Pentecostes’. […] A Virgem Santa, que leva no seio o Filho concebido por obra do Espírito Santo, irradia à sua volta graça e alegria espiritual. É a presença do Espírito em Si que faz exultar de alegria o filho de Isabel, João, destinado a preparar o caminho para o Filho de Deus feito homem» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2001).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Maria, Jesus Cristo e o Espírito Santo. «Onde está Maria, está Cristo; e onde está Cristo, está o seu Espírito Santo, que procede do Pai e d'Ele no mistério da vida trinitária. Os Atos dos Apóstolos sublinham a razão da presença orante de Maria no Cenáculo com os Apóstolos, reunidos à espera de receber a ‘força do Alto’. O ‘sim’ da Virgem atrai sobre a humanidade o Dom de Deus: como na Anunciação, também no Pentecostes. Assim continua a acontecer no caminho da Igreja» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2001).

  • QUARTO MISTÉRIO
A alegria no Espírito Santo. «A minha alma glorifica o Senhor. […] A Virgem de Nazaré canta e contempla o triunfo da divina misericórdia. Ela é imbuída da íntima exultação pelos desígnios de Deus, que prefere os humildes e os pequeninos e os cumula com os Seus bens. Esta é a alegria no Espírito Santo, que fará exultar o coração mesmo do Redentor, comovido porque apraz ao Pai revelar aos pequeninos os mistérios do Reino dos céus» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2000).

  • QUINTO MISTÉRIO
Louvar o amor de Deus. «A minha alma glorifica o Senhor. […] Assim cantamos também nós, com a alma repleta de reconhecimento a Deus. […] Possa o cântico de louvor de Maria tornar-se o canto de cada alma cristã pelo grande mistério do amor de Deus que, em Cristo, ‘visitou e redimiu o seu povo’ (Lucas 1, 68)! […] Conservai o olhar fixo em Jesus, na esperança de poderdes um dia estar com Ele, unidos na mesma glória. Acompanhe-vos Maria com materna solicitude no vosso caminho!» (João Paulo II, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2000).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 14 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 14.5.14 | Sem comentários
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