FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 21: «Maria é também, evidentemente, mestra de vida espiritual para cada um dos cristãos. Assim, bem cedo os fiéis começaram a olhar para Maria, a fim de, como ela, fazerem da própria vida um culto a Deus, e do seu culto um compromisso vital. […] Maria é modelo, sobretudo, daquele culto que consiste em fazer da própria vida uma oferenda a Deus: doutrina antiga e perene, esta, que cada um de nós pode ouvir repetir, se prestar atenção aos ensinamentos da Igreja; mas que poderá entrever também, se der ouvidos à palavra da mesma Virgem Santíssima, quando ela, antecipando em si a estupenda petição da Oração Dominical, ‘seja feita a vossa vontade’ (Mateus 6,10), respondeu ao mensageiro de Deus: ‘Eis a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra’ (Lucas 1, 38). E o ‘sim’ de Maria é para todos os cristãos lição e exemplo, para fazerem da obediência à vontade do Pai o caminho e o meio da própria santificação».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana da Vida. «Maria acolheu no seu seio o Filho de Deus. O sim da Anunciação amadurece plenamente no dia da Cruz, quando Maria acolhe como filho cada homem feito discípulo: ‘Então, ao ver sua mãe e junto dela o discípulo que Ele amava, Jesus disse a sua mãe: “Mulher, eis aí o teu filho”’ (João 19,26). Por Maria, nossa mãe, rezemos para que todas as mães acolham com amor os seus filhos desde o momento em que são concebidos» (Guião para a Semana da Vida, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
Maria, mulher eucarística. « Maria ajuda-nos a descobrir o sacramento da Eucaristia. O papa João Paulo II apresentou-a como ‘mulher eucarística’ em toda a sua vida. ‘Mulher eucarística’ a partir da sua atitude interior: da Anunciação, quando se ofereceu a si mesma para a encarnação do Verbo de Deus, até à cruz e à ressurreição; ‘mulher eucarística’ no período depois do Pentecostes, quando recebeu no Sacramento aquele Corpo que Ela concebeu e levou no seio» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2005).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
A primeira «procissão eucarística». «Maria, trazendo no seio Jesus recém-concebido, vai visitar a prima Isabel, que todos consideravam estéril e que, contudo, tinha chegado ao sexto mês de uma gravidez concedida por Deus (cf. Lucas 1, 36). É uma jovem, mas não tem medo, porque Deus está com Ela, dentro dela. De certo modo, podemos dizer que a sua viagem […] foi a primeira ‘procissão eucarística’ da história» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2005).

  • QUARTO MISTÉRIO
A graça do Espírito Santo. « Maria, tabernáculo vivo de Deus que se fez carne, é a arca da Aliança, em que o Senhor visitou e redimiu o seu povo. A presença de Jesus enche-a de Espírito Santo. Quando entra na casa de Isabel, a sua saudação é transbordante de graça: João estremece no seio da mãe, como se tivesse sentido a vinda daquele que no futuro ele deverá anunciar a Israel. Os filhos exultam, as mães regozijam-se» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2005).

  • QUINTO MISTÉRIO
Acolher Jesus Cristo. «Esta é a alegria da Igreja, que acolhe Cristo na Eucaristia e leva-o ao mundo com o testemunho da caridade concreta, imbuída de fé e de esperança. Acolher Jesus e levá-lo aos outros é o verdadeiro júbilo do cristão! Continuemos a imitar Maria, uma alma profundamente eucarística, e toda a nossa vida poderá tornar-se um louvor a Deus» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2005).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 12 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 12.5.14 | Sem comentários
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