FELIZ DAQUELA QUE ACREDITOU


Da Exortação Apostólica do papa Paulo VI para a reta ordenação e desenvolvimento do culto à bem-aventurada Virgem Maria («Marialis Cultus»), 19: «Maria é a Virgem Mãe, isto é, aquela que ‘pela sua fé e obediência, gerou na terra o próprio Filho de Deus Pai, sem ter conhecido varão, por obra e graça do Espírito Santo’ (LG 63). Maternidade prodigiosa, constituída por Deus protótipo e modelo da fecundidade da Virgem-Igreja a, a qual, por sua vez, ‘se torna também mãe, dado que, com a pregação e com o batismo gera para vida nova e imortal os filhos concebidos por ação do Espírito Santo e nascidos de Deus’ (LG 64). Com justeza, portanto, os antigos Padres ensinavam que a Igreja prolonga no sacramento do Batismo a maternidade virginal de Maria».

Mistérios


  • PRIMEIRO MISTÉRIO
Semana das Vocações. «Maria tinha decidido dizer sempre sim a Deus e toda a sua vida foi um longo e continuado sim. Ela compreendeu que não bastava dizê-lo uma vez, no princípio, mas que a todo o instante era preciso cantar no coração: ‘Eu sou de Deus!’ para conseguir viver essa entrega. Porque Deus vai sempre desafiando a um passo mais. […] Maria ‘caminha diante de nós e sempre nos confirma na fé, na vocação e na missão’ (Papa Francisco)» (Guião para a Semana das Vocações, 2014).

  • SEGUNDO MISTÉRIO
A presença do Espírito Santo em Maria. «O Espírito Santo, que tornou presente o Filho de Deus na carne de Maria, dilatou o seu coração até às dimensões daquele Deus e levou-a pelos caminhos da caridade. […] O Espírito desceu sobre a Virgem, o poder do Altíssimo estendeu sobre ela a sua sombra (cf. Lucas 1, 35). Aquele mesmo Espírito estimulou-a a ‘levantar-se’ e a partir sem hesitações (cf. Lucas 1, 39), para servir de ajuda à idosa parente» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2007).

  • TERCEIRO MISTÉRIO
Maria deixa-se guiar pela fé. «Jesus tinha iniciado a formar-se no seio de Maria, mas o seu Espírito já tinha enchido o coração dela, de forma que a Mãe já começa a seguir o Filho divino: pelo caminho que da Galileia leva à Judeia é o próprio Jesus quem ‘dá força’ a Maria, infundindo-lhe o desejo generoso de ir ao encontro do próximo necessitado, a coragem de não dar prioridade às próprias legítimas exigências, as dificuldades, as preocupações, os perigos para a sua própria vida. É Jesus que a ajuda a superar tudo deixando-se guiar pela fé que age através da caridade» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2007).

  • QUARTO MISTÉRIO
A caridade de Maria. «O coração de Maria é visitado pela graça do Pai, está repleto da força do Espírito e é estimulado interiormente pelo Filho; vemos um coração perfeitamente inserido no dinamismo da Santíssima Trindade. Este movimento é a caridade, que em Maria é perfeita e se tornou modelo da caridade da Igreja, como manifestação do amor trinitário» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2007).

  • QUINTO MISTÉRIO
Amar como Maria. «Cada gesto de amor genuíno, até o mais pequenino, contém em si uma centelha do mistério infinito de Deus: o olhar atencioso ao irmão, o tornar-se próximo dele, a partilha da sua necessidade, o cuidado das suas feridas, a responsabilidade pelo seu futuro, em todos os seus aspectos, torna-se ‘teologal’ quando está animado pelo Espírito de Cristo. Maria nos obtenha o dom de saber amar como ela soube amar» (Bento XVI, Conclusão do Mês de Maria, 31 de maio de 2007).

© Laboratório da fé, 2014

Maio 2014 — Mês de Maria: Feliz daquela que acreditou | 10 — pdf

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Feliz daquela que acreditou
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 10.5.14 | Sem comentários
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