VIVER A QUARESMA: QUARTA-FEIRA DA PRIMEIRA SEMANA

Quaresma de fé

Afaste-se cada um do seu mau caminho e das violências que tenha praticado

A nossa fé em Deus «clemente e misericordioso» não significa uma «licença para pecar». Deus perdoa, quando vê as boas obras dos ninivitas e que se tinham convertido dos seus maus caminhos. A conversão é necessária para o perdão. O que não significa que, uma vez convertidos, já estejamos livres de voltar a pecar. > > >

Fizeram penitência ao ouvir a pregação de Jonas; 

e aqui está quem é maior do que Jonas

É interessante e original apresentar a «pessoa/sinal». Jonas foi um sinal para os ninivitas (com a sua presença e o seu anúncio). Jesus (o Filho do Homem) é-o para os seus contemporâneos, com a sua presença, com a sua palavra e com as suas obras. > > >

Seguir Jesus Cristo

Esta geração é uma geração perversa: pede um sinal

Perdoar é, primeiro, tentar compreender o que está mal e porque é que esse mal foi feito; é, depois, não desejar vingar-se por causa do dano causado; é rezar por que aquele que o cometeu e querer-lhe bem; é iniciar uma reconciliação no diálogo com ele; é deixar claro que não lhe exijo nada e que existe uma amizade, até mesmo um amor para oferecer... Que nível de perdão dado aos outros! > > >

Rezar na Quaresma

Fizeram penitência ao ouvir a pregação de Jonas 

e aqui está quem é maior do que Jonas

Ensina-me, Senhor, a perceber os sinais de bondade que puseste na minha vida. Faz-me ver a tua presença terna, mesmo nos momentos mais banais. Ajuda-me a reconhecer o teu amor sem limites. Abre o meu coração à liberdade que me ofereces. > > >


Lavai-me de toda a iniquidade e purificai-me de todas as culpas

Detestamos a sensação de culpa. «A culpa morre sempre solteira». Por vergonha, porque o pecado belisca a nossa auto-imagem… sabe-se lá. Teremos ainda a coragem de sermos honestos e sinceros perante Deus e a nossa consciência? Teremos ainda a esperança de Lhe pedir perdão? > > >

Quaresma, Ano A, Laboratório da fé, 2014
Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 12.3.14 | Sem comentários
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