Terça-feira da segunda semana de Páscoa

Evangelho segundo João 3, 7b-15

Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: «Não te admires por Eu te haver dito que todos devem nascer de novo. O vento sopra onde quer: ouves a sua voz, mas não sabes donde vem nem para onde vai. Assim acontece com todo aquele que nasceu do Espírito». Nicodemos perguntou: «Como pode ser isso?» Jesus respondeu-lhe: «Tu és mestre em Israel e não sabes estas coisas? Em verdade, em verdade te digo: Nós falamos do que sabemos e damos testemunho do que vimos, mas vós não aceitais o nosso testemunho. Se vos disse coisas da terra e não acreditais, como haveis de acreditar, se vos disser coisas do Céu? Ninguém subiu ao Céu, senão Aquele que desceu do Céu: o Filho do homem. Assim como Moisés elevou a serpente no deserto, também o Filho do homem será elevado, para que todo aquele que acredita tenha n’Ele a vida eterna».

Não te admires por Eu te haver dito que todos devem nascer de novo

É difícil voltar a nascer! É difícil nascer de novo depois de tantos anos de rotina! Esta dificuldade aplica-se a todas as dimensões da vida, incluindo a fé. 
Parece mais fácil deixar-se estar sempre na mesma situação, sem mudança. Neste sentido, até parece mais agradável ficar ou continuar velho. Mas essa não é a proposta de Jesus Cristo. Ele desafia Nicodemos e cada um de nós à novidade, a recuperar as razões da esperança e alegria cristãs. 
«É um caminho difícil porque depende da nossa capacidade de nos abrirmos ao sopro do Espírito» (Papa Francisco).
Cada manhã, o cristão precisa de renascer. Trata-se de um renascimento diário: renovar o compromisso do Batismo, mergulhar na fonte da vida «ressuscitada» (a meditação do texto bíblico do dia) e encher os pulmões com o ar do Espírito Santo (a oração diária). Eis uma bela fórmula para «nascer de novo»!

© Laboratório da fé, 2013

Postado por Marcelino Paulo Ferreira | 9.4.13 | Sem comentários
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